sexta-feira, 22 de março de 2013

MEDIUNIDADE


FLOR MEDIÚNICA

Escrito por Fernando Sepe

Mediunidade é oportunidade de evoluir acima de tudo, trabalho de assistência e autoconhecimento íntimo e espiritual. Mediunidade é uma porta aberta para o congraçamento entre irmãos, nessa grande jornada espiritual que é a Vida...

Mas mediunidade não é culto desmedido as entidades espirituais, tampouco a negação das capacidades do ser pessoal (anímico). Em verdade, mediunidade é um processo de mão-dupla, um processo anímico-mediúnico ou medianímico, onde a consciência encarnada dá as mãos a uma consciência desencarnada e ambas, juntas, trabalham, sorriem, amam e aprendem mutuamente. Uma não é melhor que a outra, são simplesmente amigos, se completam.

A supervalorização da comunicação espiritual, do fenômeno e do trabalho mediúnico é uma barreira para o desenvolvimento das capacidades anímicas. Uma não substitui a outra, mas sim, se co-relacionam e completam-se integralmente.

Antes do desenvolvimento das capacidades mediúnicas, que tal o desenvolvimento pessoal, interno, da própria consciência. Essa será a base firma e amorosa que qualquer entidade comunicante poderá utilizar-se para um sadio e criativo contato mediúnico.

Vocês todos são o elo material da corrente. Como anda esse elo?

Não falamos de tolos moralismos, falamos de serenidade ao viver. Falamos de uma consciência em sintonia contínua com a espiritualidade superior, aberta as idéias de luz que brotam do mais alto. Pessoas tocadas pela grande mão de amor do Pai-Mãe de Tudo.

Percebam, observem mais. Um trabalho mediúnico antes de auxiliar o próximo, deve auxiliar vós mesmos. Deve ser capaz de abrir sua consciência, expandir seus horizontes, melhorar seus sentimentos mais nobres e equilibrar suas densas emoções. Um trabalho mediúnico deve ser também um trabalho de autoconhecimento e auto-realização. Uma ferramenta, muito útil e valorosa, na grande jornada da Vida.

Caso contrário ela não florescerá, não te trará bem-aventurança, não se instalará em seu coração. Caso contrário, com o tempo, o brilho nos olhos diminuirá e não mais a mediunidade exercerá seu encanto atrativo sobre você. Por fim, quando a hora do desencarne chegar, poucas portas você terá aberto, não aproveitando a oportunidade-semente que Deus te deu. Medite nisso!

Cuidado também com o ego de médium. O ego de médium não é, como dizem por aí, a vaidade de si mesmo como pessoa. O ego de médium não se manifesta como uma auto-valorização de si mesmo, mas sim, da manifestação mediúnica. A sombra do ego é sorrateira, disfarçando-se sobre a pseudo-humildade de quem se diz apenas instrumento, mas no seu íntimo julga-se o grande e insubstituível instrumento. Esse é o ego de médium. O ego de ser o melhor canalizador de todos, disfarçado em falsa humildade. O ego de julgar seus guias os melhores. Aquele ego que sempre encontramos nos julgadores, naqueles que sempre olham a comunicação mediúnica dos outros com o rabo dos olhos, contrariados, desconfiados, não por discernimento, mas por pura armadilha do ego. Esquecem que uma comunicação mediúnica deve ser sentida com o coração e discernida com os olhos da alma. Cuidar do argueiro nos olhos do outro sem olhar o entrave no seu, já dizia o mestre Jesus.

Também não se deve cair na desvalorização tola do próprio eu. Como dito acima, muitas vezes isso é uma armadilha do ego, principalmente no caso da mediunidade, onde normalmente desvaloriza-se o eu (anímico) para supervalorizar o espiritual (mediúnico), com a falsa desculpa da humildade. Meio termo e equilíbrio na senda. Anímico e espiritual. Você e seus amigos extrafísicos juntos, de mãos dadas, sorrindo e trabalhando. Construindo firmes atmosferas de luz nesse planeta, tão engolido pelas brumas da ilusão e da treva. Caso vocês acertem, o mérito é de TODOS. Caso vocês errem, o erro também é de TODOS. Assim a mediunidade pode desenvolver-se de forma mais equilibrada. A responsabilidade é de TODAS as consciências que estão envolvidas no processo. Caso contrário, algo está errado, algum lado está sendo super valorizado.

Por último, pensem bem quais são seus objetivos na senda mediúnica. Existem pessoas que buscam “poderes”, outros que buscam resolver todos seus problemas materiais. Outros ainda querem apenas o título de médiuns, como um alto grau na hierarquia espiritual. Mas a mediunidade não tem nada disso a te oferecer, a não ser a bem-aventurança interna que se instala no céu estrelado do seu coração, apenas por poder ser útil à existência. Pense nisso!

FONTE: http://www.rcespiritismo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=258:flor-mediunica&catid=34:artigos&Itemid=54

sábado, 16 de março de 2013

A TERCEIRA INTELIGÊNCIA


A TERCEIRA INTELIGÊNCIA
 
Uma frente avançada das ciências, hoje, é constituída pelo estudo do cérebro e de suas múltiplas inteligências. Alcançaram-se resultados relevantes, também para a religião e a espiritualidade. Enfatizam-se três tipos de inteligência. A primeira é a inteligência intelectual, o famoso QI (Quociente de Inteligência), ao qual se deu tanta importância em todo o século XX. É a inteligência analítica pela qual elaboramos conceitos e fazemos ciência. Com ela organizamos o mundo e solucionamos problemas objetivos.

A segunda é a inteligência emocional, popularizada especialmente pelo psicólogo e neurocientista de Harvard David Goleman, com seu conhecido livro A Inteligência emocional (QE = Quociente Emocional). Empiricamente mostrou o que era convicção de toda uma tradição de pensadores, desde Platão, passando por Santo Agostinho e culminando em Freud: a estrutura de base do ser humano não é razão (logos) mas é emoção (pathos). Somos, primariamente, seres de paixão, empatia e compaixão, e só em seguida, de razão. Quando combinamos QI com QE conseguimos nos mobilizar a nós e a outros.

A terceira é a inteligência espiritual. A prova empírica de sua existência deriva de pesquisas recentes, dos últimos 20 anos, feitas por neurólogos, neuropsicólogos, neurolingüistas e técnicos em magnetoencefalografia (que estudam os campos magnéticos e elétricos do cérebro). Segundo esses cientistas, existe em nós, cientificamente verificável, um outro tipo de inteligência, pela qual não só captamos fatos, idéias e emoções, mas percebemos os contextos maiores de nossa vida, totalidades significativas, e nos faz sentir inseridos no Todo. Ela nos torna sensíveis a valores, a questões ligadas a Deus e à transcendência. É chamada de inteligência espiritual (QEs = Quociente espiritual), porque é próprio da espiritualidade captar totalidades e se orientar por visões transcendentais.

Sua base empírica reside na biologia dos neurônios. Verificou-se cientificamente que a experiência unificadora se origina de oscilações neurais a 40 herz, especialmente localizada nos lobos temporais. Desencadeia-se, então, uma experiência de exaltação e de intensa alegria como se estivéssemos diante de uma Presença viva.
Ou inversamente, sempre que se abordam temas religiosos, Deus ou valores que concernem o sentido profundo das coisas, não superficialmente mas num envolvimento sincero, produz-se igual excitação de 40 herz.

Por essa razão, neurobiólogos como Persinger, Ramachandran e a física quântica Danah Zohar batizaram essa região dos lobos temporais de ‘o ponto Deus’.

Se assim é, podemos dizer em termos do processo evolucionário: o universo evoluiu, em bilhões de anos, até produzir no cérebro o instrumento que capacita o ser humano perceber a Presença de Deus, que sempre estava lá embora não percebível conscientemente. A existência desse ‘ponto Deus’ representa uma vantagem evolutiva de nossa espécie homo. Ela constitui uma referência de sentido para nossa vida. A espiritualidade pertence ao humano e não é monopólio das religiões. Antes, as religiões são uma das expressões desse ‘ponto Deus’.

Texto de Leonardo Boff (Coluna L. Boff no jbonline.terra.com.br- - lboff@uol.com.br)
FONTE: http://anoitan.wordpress.com/2010/04/20/a-terceira-inteligencia/

domingo, 3 de março de 2013

Psicoterapia Reencarnacionista


Psicoterapia Reencarnacionista

A Psicoterapia Reencarnacionista, uma nova psicoterapia baseada na reencarnação, vem para ajudar a nos libertarmos das ilusões e das fantasias terrenas e a nos apegarmos firmemente aos aspectos realmente absolutos e eternos do nosso caminho, que é a busca de evolução espiritual, rumo à purificação.
Os psicoterapeutas e as pessoas que acreditam na reencarnação há muito tempo vem questionando o enfoque tradicional da psicologia oficial, e das psicoterapias alternativas não-reencarnacionistas, por sua limitação a essa vida apenas, a visão de um "início" e um "fim", como se não existíssemos antes, e anseiam por uma nova maneira de ver e tratar os nossos problemas e conflitos emocionais e mentais, a partir dos princípios reencarnacionistas.

Pois bem, agora já existe essa nova visão psicoterapêutica, é uma nova escola de psicoterapia e a diferença fundamental entre a psicoterapia reencarnacionista (a terapia da reforma íntima) e as demais é justamente que a reencarnação é o seu elemento básico e a partir daí é que tudo estrutura-se. Os seus pilares são: a personalidade congênita (padrão comportamental que viemos revelando há várias encarnações), a ilusão dos rótulos das "cascas" e a finalidade e o aproveitamento da atual encarnação.

Mauro Kwitko foi a pessoa que codificou a Psicoterapia Reencarnacionista e o método ABPR para as Regressões Terapêuticas conduzidas pelos Mentores Espirituais. É médico auto licenciado do Conselho de Medicina para poder dedicar-se livremente ao seu trabalho como psicoterapeuta reencarnacionista.

FONTE: http://www.soldoeverest.com.br/psicoterapia.html

 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Psicologia Transpessoal


PSICOLOGIA TRANSPESSOAL: A CIÊNCIA
DESCOBRINDO O ESPÍRITO
                                                                                                          Por Milton Menezes


Como entender as singularidades das pessoas? Suas diferenças na forma de pensar, agir, sentir e se relacionar com os outros? Esse tem sido o principal objetivo de estudo da Psicologia Ocidental moderna.

A Psicologia tem se ocupado em desenvolver diversas formas de compreensão e de explicação dos processos mentais, dos comportamentos e emoções características que, juntamente à inteligência, temperamento, etc., determinam a personalidade do indivíduo.

Porém, os diversos modelos teóricos explicativos do psiquismo humano parecem divergir em alguns pontos e não conseguem, isoladamente, dar conta dos complexos fenômenos observados no comportamento humano. Não só do comportamento dito normal como do convencionalmente chamado de patológico ou inadequado. Após os importantes ciclos de pensamento na Psicologia como o Behaviorismo, a Psicanálise e o Humanismo/Existencialismo, temos assistido o crescimento de uma 4a força que passou a ser conhecida por Psicologia Transpessoal.

Essa nova tendência de pensamento se constituiu a partir da crescente preocupação dos pesquisadores com a importância e atuação das necessidades espirituais no ser humano observadas, diga-se de passagem, em qualquer período ou local da história da Humanidade. Espiritualidade não quer dizer Religiosidade.

A busca do espiritual sempre esteve associada a algum tipo da prática religiosa. Hoje, com a Psicologia Transpessoal rompe-se essa barreira restritiva, na medida que podemos introduzir a questão do espírito ou dimensão espiritual como objeto de estudo da Ciência, observando seus reflexos na vida e construindo modelos teóricos explicativos coerentes.

É claro que o paradigma científico atual precisa ser ampliado para poder abranger os fenômenos que são a base da Psicologia Transpessoal, já que tratam de níveis de consciência e de realidade além dos limites da realidade tridimensional percebida por nossos cinco sentidos básicos.

Os principais pesquisadores da Psicologia Transpessoal, como Stanislav Groff, Ken Wilber, Roberto Assagioli, Charles Tart, dentre outros, têm se ocupado principalmente de pesquisar a estrutura da mente humana ou a Cartografia do Psiquismo.

Nestes estudos tem-se observado a possibilidade do indivíduo experimentar estados mentais de forma espontânea ou induzida, onde é capaz de perceber níveis de realidade diferentes daqueles condicionados aos nossos cinco sentidos básicos que tem sido a base de observação pela Ciência pois compõem a realidade objetiva palpável.
Porém, os avanços da Física quântica e einsteniana tem comprovado a possibilidade de existência de realidades, universos ou planos paralelos à nossa restrita consciência.

Estas experiências são chamadas de transpessoais pois representam uma consciência e realidades, mesmo que subjetivas, que vão “além da personalidade” comum.

Com esta nova forma de entendimento do ser humano, alguns fenômenos complexos como a Regressão de Memória, a Percepção extra-sensorial, a telepatia, passam a ter uma explicação plausível. Mais do que isso. A aplicação destes princípios transpessoais, quando aplicados à clínica psicológica, tem permitido uma ampliação na capacidade da Ciência em superar desafios, em minimizar a dor e o sofrimento dos indivíduos de forma mais rápida e duradoura.

Pode ser que na dimensão espiritual do homem esteja a chave para a sua compreensão.

FONTE: http://www.miltonmenezes.com.br/arquivoscasos_artigos.php

 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Evolução Espiritual


 
DICAS PARA EVOLUÇÃO ESPIRITUAL

Escrito por Bruno Gimenes

-Não existe religião superior à verdade. A busca espiritual precisa ser aperfeiçoada sempre. A ignorância é o mal da humanidade. As verdades são relativas;

-Nossa consciência é imortal, seu corpo físico até pode vir a óbito, mas sua consciência é energia e energia nunca se perde;

-Essa busca é acessível a qualquer pessoa. Não requer grau iniciático ou que você seja membro de qualquer grupo específico, adepto de uma ou outra filosofia, fraternidade, tampouco que seja integrante de uma sociedade secreta. É um caminho para qualquer um que queira se abrir para o movimento evolutivo e incessante do universo;

-No universo tudo é cíclico, entenda isso e você será mais feliz. Existe tempo para tudo, o momento certo de cada coisa. Mas tudo vai e vem, nasce e morre, levanta e cai, clareia e escurece, esquenta e esfria. Conviver bem com esses movimentos naturais torna a pessoa mais sábia e feliz;

-Para toda ação tem uma reação, por isso você não é vítima de nada; Tudo que você está colhendo em sua vida hoje é resultado do que plantou no passado. "A cada um será dado conforme suas obras";

-O pensamento é quem cria ou transforma a sua realidade. Os pensamentos são os geradores dos estados de espírito, se você souber moldá-lo positivamente, também vai moldar um futuro positivo;

-Você co-cria o futuro o tempo todo; A sua forma de reagir à vida e aos seus acontecimentos podem alterá-lo a todo instante;

-Não existem gurus. Você é o maior mestre da sua existência e responsável por sua evolução. As pessoas mais sábias que existem ao nosso redor podem nos ajudar a compreender melhor os nossos papéis, no entanto, jamais executá-los por nós.

-Desenvolver a espiritualidade é assumir e cumprir compromissos com a nossa própria essência. Se você não encontrar tempo para sua evolução, inegavelmente vai se tornar solo fértil para desequilíbrios de qualquer ordem por simples negligência;

-Somos Deus em essência, feitos à Sua imagem e semelhança. Quer dizer que temos a capacidade de vibrar, gerar e emanar as mesmas bênçãos que Ele possui, seja quem Ele for;

-Não precisamos de religião para nos espiritualizarmos. A consciência do coração é o nosso maior guia. Na verdade, o que mais importa é viver de acordo com princípios divinos de amor, amor e amor;

-O respeito ao nível evolutivo de cada um é tão importante quanto à busca constante. As religiões mais antigas e de certa forma obsoletas ainda podem ser muito úteis às pessoas que não estão prontas para experimentar a busca da espiritualidade universalista, amar o próximo como a ti mesmo, significa também esse respeito;

-A busca pelo desenvolvimento da espiritualidade nunca termina. Pelo amor ou pela dor, um dia, em algum momento, você vai se render à necessidade de buscá-la. Comece o quanto antes, isso facilita as coisas e torna a vida mais prazerosa;

-As verdades do universo sempre vão se manifestar em nossa existência, podemos até tentar atrasar esse acontecimento, mergulhando nas ilusões, jamais poderemos evitá-las. Algumas verdades são relativas, mas as verdades de Deus são absolutas;

-Orai e vigiai é um dos instrumentos mais importantes nessa busca. Manifesta a necessidade que temos de cuidar com atenção de todas as coisas que produzimos em nossos pensamentos, tendo a consciência de qual tipo de energia estamos gerando para o universo e para nós mesmos, que por consequência poderá aproximar acontecimentos na mesma frequência. Somos eternos responsáveis. "Não faça para o seu próximo aquilo que não quer que lhe façam";

-As respostas aos nossos anseios estão dentro de nós mesmos. Precisamos aprender a buscar no nosso interior, evitando a busca desenfreada e iludida por soluções e respostas no mundo externo;

-O livre-arbítrio é uma ferramenta que deve ser utilizada com sabedoria; A liberdade existe, a reação também, pense sempre que todos os atos geram consequências. Atos positivos, consequências também positivas. O Inverso obedece à mesma lei;

-Você tem uma missão a ser realizada nessa existência e precisa se alinhar a ela. Não dá para achar que o nosso único propósito aqui na Terra é apenas trabalhar, sobreviver e pagar as contas. Temos que evoluir e isso significa muito mais do que defender apenas os interesses do mundo material;

-A solução dos seus problemas não está em outra pessoa. As pessoas ao seu redor podem ser gatilhos de sua evolução, bem como podem ser amparadores nessa jornada, jamais salvadores, tampouco culpados por nada;

-Milagre é a sua capacidade de transformar problemas e oportunidades de evolução em crescimento espiritual;

-Definitivamente entenda que para nosso Planeta sair desse caos, ele precisa de muito esforço de nossa parte;

-A gratidão e a meditação são exercícios diários para manter qualquer pessoa em contato direto com os planos superiores e os melhores níveis de vibração. Se você não aprender a ser grato pelo que tem, jamais vai conseguir conquistar sucesso, paz e saúde;
-Aprenda a se alimentar das coisas simples da vida, compreenda a essência da sua existência e livre-se da miopia consciencial e do egoísmo. O apego e o materialismo excessivo escravizam pois tornam as pessoas dependentes umas das outras e de coisas materiais;
-Não há problema algum em ganhar dinheiro, quando de forma idônea e ética. É melhor você ter bastante dinheiro, ser feliz, inclusive utilizá-lo com sabedoria para ajudar mais pessoas a evoluírem, do que rejeitar isso tudo por medo. O dinheiro é uma energia muito importante da terceira dimensão, que pode contribuir nessa busca evolutiva. Votos de pobreza, na maioria dos casos, no que tange a realidade atual, só piora as coisas. Seja sensato, não se auto penalize! Dinheiro não é sujo e ser rico não é pecado, desde que você torne a riqueza também um estado de espírito;

-Seu corpo físico não é tudo! Somos constituídos de uma essência transcendental a essa casca densa. Não deixe de cuidar com carinho e atenção do seu corpo, mas ele é apenas um dos pés de uma cadeira. Não se iluda com as aparências;

-Nossa meta maior aqui na Terra é a evolução constante, que implica em purificação das características de inferioridades da nossa personalidade e na harmonização dos conflitos com outras pessoas;

-O fato de você não querer evoluir ou não querer se espiritualizar não interrompe o movimento evolutivo do universo. Precisamos ficar atentos, porque muitas vezes nossas decisões e formas de agir são contrárias a esse movimento. Quando isso acontece é comum o caos se instalar na vida da pessoa;

-Não confunda consciência espiritual com nível cultural, condições financeiras ou hierarquia social. Quantos não sabem nem ler, mas são "doutores" na arte de compreender Deus. É preciso engolir a arrogância. Sejamos humildes, é mais sensato e saudável, pois combina mais com nossa ignorância natural à qual precisamos vencer.

Fonte: http://www.rcespiritismo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1317:dicas-para-a-evolucao-espiritual-na-pratica&catid=34:artigos&Itemid=54

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

OBSESSORES

NÃO FACILITE O TRABALHO DOS OBSESSORES!

CONCEPÇÕES BÁSICAS:
OBSESSOR
Aquele que exerce influência negativa sobre uma ou mais pessoas ou entidades, alternando, diminuindo ou desorganizando sua energia ou vibração. Os obsessores podem ser encarnados ou desencarnados.


OBSESSÃO
Processo pelo qual um obsessor exerce sua ação obsessiva sobre uma ou mais pessoas ou entidades, alternando, diminuindo ou desorganizando sua energia ou vibração.


DO QUE SE ALIMENTA UM OBSESSOR?

Alimentam-se basicamente de energias produzidas por sensações, ou mais especificamente, emoções. São emoções viciantes, ou seja, produzem dependência, necessidade, vontade que querer mais, cada vez mais.

COMO NASCE UM OBSESSOR?
De carências, ilusões, medos, fascínios e vaidades. São originados pela ignorância e pelo ego negativo. No momento em que alguém considerar que para ser feliz, para sentir-se bem, para conquistar paz e saciedade, precisa buscar no outro, ou em meios externos esta sensação, então, os processos obsessivos surgiram.

Esses ocorrentes erros humanos dão origem a comportamentos viciados, os quais necessitam se autoalimentar, para que continuem a produzir as sensações desejadas, porque emoções viciam!


A emoção e uma forma de energia produzida pelo ego, portanto precisa ser dominada pelo Eu superior, caso contrário, ela domina o seu criador.


A consequência deste processo é que:

- Quando um vício emocional surge, as obsessões começam.
- Quando os medos surgem, as obsessões começam.
- Quando o desejo de controlar o outro surge, as obsessões começam.

POR QUE ALIMENTAMOS AS OBSESSÕES?

- Porque não combatemos os nossos hábitos nocivos.
- Porque somos manipulados por nossas emoções.
- Porque não lutamos para controlá-las e desistimos fácil, então nos entregamos a para senti-las profundamente, nas situações mais simples da vida.
- Porque duvidamos da nossa força e do nosso Eu superior.
- Porque nos consideramos mais ou menos do que os outros, e esquecemos que somos todos filhos do mesmo Pai, portanto irmãos em essência.
- Porque nos separamos da Fonte Maior, nos consideramos separados do Todo e assim nos iludimos criando o egoísmo.

Tudo, efetivamente tudo na vida cotidiana na Terra é uma constante batalha por energia. Como não aprendemos a conquistar essa energia por meio da conexão com Deus, então acabamos buscando esse suprimento de forma equivocada, mergulhando nas emoções.


E assim nos tornamos apegados e dependentes!


Dependentes de precisarmos sentir a sensação de sermos: mais belos, mais poderosos, mais ricos, mais magros, mais fortes, mais importantes, mais encantadores. Ou os possuidores dos melhores carros, das melhores roupas, melhores aparelhos eletrônicos, para que assim possamos nos sentir amados e com isso nos aceitar mais.

Dependemos de um estilo de vida estruturado de acordo com os padrões aprovados pela sociedade. Dependemos do emprego de "sucesso", sem refletirmos o que é verdadeiramente sucesso.
- Somos dependentes! Não somos livres!
- Somos apegados! Não estamos no caminho mais fácil!
- Somos obsediados! Alimentamos a obsessão com nossos equívocos!
-Não aprendemos a dominar as emoções viscerais... Somos obsediados!

Não domamos as emoções densas... Ficamos doentes! Ficamos sem fome... Comemos demais... Ficamos apáticos... Ficamos hiperativos... Dormimos demais... Temos insônia... Trabalhamos demais... Ficamos intolerantes, irritados... Tornamos-nos negligentes e impotentes para mudar o mundo...


E assim, criamos mais:
- Ansiedade.
- Angústia.
- Orgulho.

O orgulho faz o umbral crescer! No físico e no extrafísico.
Os nossos erros alimentam o umbral... O nosso orgulho piora o mundo...

QUAL EMOÇÃO LHE DOMINA?

Descubra já! Equilibre-se e cure-se! Desta forma você encontrará a verdadeira felicidade e liberdade. Sentimentos da alma, construídos de dentro para fora.

FONTE: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=31241

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Letargia e Catalepsia


Yvonne Pereira, médium brasileira, quase foi enterrada na tenra infância por ter sido considerada morta pelos médicos (letargia).

Letargia e Catalepsia
Allan Kardec utilizou alguns conceitos próprios de sua época para a exposição de teses espíritas. Alguns deixaram de ser usados pelas respectivas áreas da ciência, o que exige do leitor da codificação um resgate do sentido dos termos na época e do contexto teórico no qual eles foram utilizados para uma compreensão clara do raciocínio do codificador e dos espíritos que dialogaram com ele.

Letargia e Catalepsia são conceitos associados à tese da emancipação da alma e que com o passar do tempo foram ganhando novos sentidos até caírem em desuso na Medicina e na Psicologia.

É possível que o sentido utilizado por Kardec tenha sido obtido nas teorias do magnetismo animal desenvolvidas depois de Mesmer, especialmente na obtenção do sonambulismo provocado.

Letargia, em “O Livro dos Espíritos” significa em estado de “perda temporária da sensibilidade e do movimento”, em que o corpo parece morto, no qual os sinais vitais se tornam quase imperceptíveis, a respiração reduz-se bastante e a pessoa pode ser tomada como morta.

Catalepsia em Kardec é uma espécie de letargia parcial, que atinge apenas alguns órgãos do corpo e que pode não prejudicar a comunicação com o seu portador, que poderia ter este estado induzido pelo magnetismo animal (passes, como dizemos hoje).

Alguns fenômenos parapsicológicos (humanos, mas não estudados convenientemente pela Psicologia) podem ser encontrados concomitantemente a estes dois estados. Um deles é a hiperestesia, ou seja, uma ampliação paradoxal da capacidade dos sentidos. Há registros de casos de sonâmbulos que, em estado cataléptico, eram capazes de descrever o que acontecia a uma distância muito superior à capacidade de nossos órgãos, ou de descrever, por exemplo, percepções que eles alegavam ter de órgãos internos do organismo de pacientes que lhes eram trazidos.

Kardec analisou situações de quase-morte na Revista Espírita. Há diversos casos de letárgicos, pessoas que chegaram a ser consideradas mortas pela medicina da época como a Sra. Schwabenhaus (Revista Espírita, 1858) ou que passaram por situações de claro risco de morte, ou como o Dr. D. (Revista Espírita, 1867), que ficou mais de meia hora debaixo d’água e foi resgatado e retomou a consciência.

Outro caso apresentado por Kardec é o da jovem cataléptica de Souabe, que após um evento traumático (morte da irmã), entrou em um estado entre cataléptico e letárgico e passou a ser capaz de descrever pessoas enterradas, bastando ser levada próxima ao túmulo e a descrever a aparência de pessoas idosas que a visitavam quando eram jovens e sem modificações do tempo e das doenças.

Eles narram histórias envolvendo o contato com pessoas desencarnadas e descrições do plano espiritual. Por esta razão, Kardec teorizou que os sonâmbulos, letárgicos e catalépticos perceberiam o plano espiritual, ou dariam notícias de eventos à distância porque perceberiam com a alma, semi-liberta do corpo (emancipação) que transmitiria suas sensações espirituais ao cérebro.

Posteriormente, o hipnotismo e a neurologia dariam um outro sentido à letargia e à catalepsia, que hoje se encontram em desuso (muitos hipnotizadores ainda os utilizam), substituídas pelo conceito mais preciso de “coma”, mas os estranhos fenômenos descritos por Kardec continuam acontecendo, como se pode ler no livro “Vida além da Vida” do Dr. Raymond Mood Jr. e nos estudos de experiências de quase-morte, que se transformou em linha de pesquisa de médicos e parapsicólogos modernos.
FONTE: http://espiritismocomentado.blogspot.com.br/2008/09/letargia-e-catalepsia.html

domingo, 3 de fevereiro de 2013

DESENCARNES COLETIVOS


DESENCARNES COLETIVOS

É o desencarne que ocorre em acidentes e catástrofes de toda sorte, que vitimam pequeno ou grande número de criaturas. Ocorre porque um grupo ou grupos de espíritos comprometidos com um mesmo débito ou com débitos semelhantes, em reencarnações pregressas, se associam, ainda na espiritualidade, antes do renascimento, com a finalidade de realizar “trabalho redentor em resgates coletivos”.

Por estar relacionado a experiências evolutivas, o desencarne coletivo é previsto por entidades Benfeitoras Espirituais, que acolhem os desencarnantes imediatamente, muitas vezes em postos de socorro por eles montados através da vontade/pensamento, na própria região da catástrofe ou desastre.

O resgate de nossas ações contrárias à Lei Divina, ao bem e ao amor pode ocorrer de várias formas, inclusive coletivamente. O objetivo, segundo “O Livro dos Espíritos”, questão 737, é “fazê-lo avançar mais depressa” e as calamidades “são frequentemente necessárias para fazerem com que as coisas cheguem mais prontamente a uma ordem melhor, realizando-se em alguns anos o que necessitaria de muitos séculos”. Além disso, (questão 740), “são provas que proporcionam ao homem a ocasião de exercitar a inteligência, de mostrar sua paciência e sua resignação ante a vontade de Deus, ao mesmo tempo em que lhe permitem desenvolver os sentimentos de abnegação, de desinteresse próprio e de amor ao próximo”.

E assim, entendemos o sentimento de solidariedade que essas calamidades despertam, auxiliando todos a desenvolver o amor. O importante para os mais diretamente envolvidos, para que tenham o progresso devido, como está dito em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, capítulo 14, item 9, é “não falir pela murmuração”, pois “as grandes provas são quase sempre um indício de um fim de sofrimento e de aperfeiçoamento do Espírito, desde que sejam aceitas por amor a Deus”.

Nesta frase selecionada no “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, está uma informação de cabal importância: indício de aperfeiçoamento do espírito. E qual seria o objetivo prático de tudo isso e como esses fatos atuam em nosso progresso, com que finalidade?

A resposta está na Lei do Progresso, que determina ao homem o progresso incessante, sem retrocesso, no campo intelectual e moral; cada um há seu tempo, seguindo seu ritmo próprio, sendo que “se um povo não avança bastante rápido, Deus lhe provoca, de tempo em tempos, um abalo físico ou moral que o transforma” (“O Livro dos Espíritos”, questão 783).

Como vemos, o progresso se faz, sempre, e quando estamos atravancando-o, Deus, em sua infinita bondade e justiça, lança mão de instrumentos que nos impulsionem à frente. O objetivo é nos levar a cumprir a escala evolutiva, saindo de nossa condição de Espíritos imperfeitos moralmente para a de espíritos regenerados, até atingirmos a condição de Espíritos puros.

Essa transposição de imperfeito moralmente para regenerado marca a atual fase de transição que vivenciamos, plena de flagelos destruidores, de calamidades, de acidentes com grande número de mortos.

Nos evangelhos segundo Mateus, Marcos e João, há várias referências aos sinais precursores de uma transformação no estado moral do Planeta, caracterizada pelo anúncio de calamidades diversas que atingirão a humanidade e dizimarão grande número de pessoas, para que, na sequencia, ocorra o reinado do bem, sejam instituídas a paz e a fraternidade universal, confirmando a predição de que após os dias de aflição virão os dias de alegria.

O que é anunciado nessas passagens evangélicas não é o fim do mundo de forma absoluta e real, mas o fim deste mundo que conhecemos, em que o mal aparentemente se sobrepõem ao bem, e, como afirma Allan Kardec em “A Gênese”, capítulo 17, item 58, “o fim do velho mundo, do mundo governado pela incredulidade, pela cupidez e por todas as más paixões a que o Cristo alude”.

Para que esse novo mundo se instale (“A Gênese”, capítulo 18), é fundamental que a população seja preparada para habitá-lo. Para tanto, teremos, todos nós, de equacionar alguns problemas de nosso passado, construindo nosso progresso moral.

Não há transformação sem crise, e catástrofes e cataclismos são crises que agitam a humanidade, despertando-a para a solidariedade, a fraternidade, o bem.

Temos, então, de ver a humanidade como “um ser coletivo no qual se operam as mesmas revoluções morais que em cada ser individual” (“A Gênese”, capítulo 18 item 12).

Nesse contexto, a fraternidade será a pedra angular da nova ordem social, com o progresso moral, secundado pelo progresso da inteligência assegurando a felicidade dos homens sobre a Terra.

Para que possamos habitar esse novo mundo, não temos de nos renovar integralmente. Segundo Kardec (“A Gênese”, capítulo 18 item 33), “basta uma modificação nas disposições morais”, e, para isso, temos de equacionar débitos do passado e nos conscientizarmos de nossa condição de espíritos imortais perfectíveis, em fase de desenvolvimento de nossas potencialidades.

Como forma de acelerar esse processo de modificação da disposição moral, a presente fase é marcada pela multiplicidade das causas de destruição, até como forma de estimular em nós o desenvolvimento de nossas potencialidades no bem, pois “o mal de hoje há de ser o bem de amanhã. Somente a educação do Espírito poderá libertá-lo do mal, dando-lhe condições de alçar os mais altos voos no plano infinito da vida. O importante em tudo isso é mantermos a serenidade, olharmos para frente, divisarmos o futuro, pois “a marcha do Espírito é sempre crescente e ascendente”. É preciso descobrir quanto bem se é capaz de fazer agora para que o próprio crescimento não se detenha” (Portásio).

Em todo ser humano, como ressalta o Espírito Clelie Duplantier, em “Obras Póstumas”, “há três caracteres: o do indivíduo ou do ente em si mesmo, o do membro da família e o do cidadão. Sob cada uma dessas três fases, pode ele ser criminoso ou virtuoso; isto é, pode ser virtuoso como pai de família e criminoso como cidadão, e vice-versa”.

Além disso, pode-se admitir como regra geral que todos os que se ligam numa existência por empenhos comuns, já viveram juntos, trabalhando para o mesmo fim e se encontrarão no futuro, até expiarem o passado ou cumprirem a missão que aceitaram.

Essas calamidades – se olharmos para elas sob o ponto de vista espiritual, fundamentando nossa reflexão nos princípios da Doutrina Espírita – têm, portanto, objetivos saneadores que, conforme Joanna de Ângelis, removem as pesadas cargas psíquicas existentes na atmosfera e significam a realização da justiça integral, pois a Justiça Divina, para nosso reequilíbrio, recorre a métodos purificadores e liberativos, de que não nos podemos furtar.

Assim, tocados pelas dores gerais, ajudemo-nos e oremos, formando a corrente da fraternidade e estaremos construindo a coletividade harmônica, sempre lembrando a advertência do Espírito Hammed: “a função da dor é ampliar horizontes para realmente vislumbrarmos os concretos caminhos amorosos do equilíbrio. Como o golpe ao objeto pode ser modificado, repensa e muda também tuas ações, diminuindo intensidades e frequências e recriando novos roteiros em sua existência”. Desse modo, estaremos utilizando nossos problemas como ferramenta evolutiva, não nos perdendo em murmurações, mas utilizando nosso livre-arbítrio como patrimônio.

O progresso de todos os seres da criação é o objetivo de tudo que acontece Tenhamos a consciência desperta e procuremos entender o mundo à nossa volta, cientes de que a solidariedade é o verdadeiro laço social, não só para o presente, mas, como está em “Obras Póstumas”, “estende-se ao passado e ao futuro, pois que os mesmos indivíduos se encontram e se encontrarão para juntos seguirem as vias do progresso, prestando mútuo concurso. Eis o que faz compreender o Espiritismo pela equitativa lei da reencarnação e da continuidade das relações entre os mesmos seres”.

E mais: Graças ao Espiritismo, compreende-se hoje a justiça das provações desde que as consideremos uma amortização de débitos do passado. As faltas coletivas devem ser expiadas coletivamente pelos que juntos as praticaram, e os mentores estão sempre trabalhando, ajudando a todos nós, reunindo-nos em grupos de forma a favorecer a correção de rumo, amparando-nos e nos fortalecendo para darmos conta daquilo a que nos propomos, além de nos equilibrarem para podermos auxiliar o outro com nossos pensamentos positivos.

Fonte: Yahoo groups
PARTE TERCEIRA DO LIVRO DOS ESPÍRITOS
CAPÍTULO VI *DA LEI DE DESTRUIÇÃO*
*Flagelos destruidores* 737.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

DESENCARNAÇÕES COLETIVAS


DESENCARNAÇÕES COLETIVAS
Emmanuel

Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios?
(Pergunta endereçada a Emmanuel por algumas dezenas de pessoas em reunião pública, na noite de 23-2-1972, em Uberaba, Minas).

RESPOSTA:

Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.

Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.

É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla.

***
Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontros marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.

Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.

Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de sangue e lágrimas.

Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidade na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação.

***
Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extingui-lhe as conseqüências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança.

É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida.

***
Lamentamos sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos.

Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o Melhor.
Livro “Chico Xavier pede licença” Psicografia Francisco C. Xavier Autores diversos

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Magnetismo


FALTA DE MERECIMENTO OU DE ESTUDO?

Yonara Rocha / EUA

Muito se fala no movimento espírita sobre o merecimento do paciente ou atendido nas Casas Espíritas, e eu gostaria de fazer uma reflexão a respeito deste assunto.

Será que Deus realmente escolhe quem tem merecimento ou não? Até que ponto, fisiologicamente falando, isso é possível?

No passe estamos atuando tanto no campo do perispírito como no físico, portanto, fica a questão: o que predominaria numa pessoa para ela receber uma cura dentro do que seria o seu merecimento: a estrutura do perispírito? Se sim, de que maneira isso se verificaria? O perispírito teria um escudo contra o magnetismo? Do outro lado temos visto casos em que ainda não conseguimos resultados positivos, mas será mesmo por causa da tão falada falta de merecimento do paciente? Eu questiono isso, porque quando algo não dá certo temos a mania de culpar os outros – e isso ainda é muito forte dentro de todos nós. Um exemplo disso temos quando várias pessoas sofrem de depressão no mundo, mas aqueles que se submetem ao tratamento de depressão pela técnica de Jacob Melo ficam curados. Por quê? Esses – e só esses – merecem a cura?

Alguém se dedicou, estudou, pesquisou a depressão pelo Magnetismo e conseguiu descobrir uma maneira de curá-la por seus mecanismos, de tal maneira que se isso não tivesse acontecido vários casos de depressão não solucionados decerto seriam creditados ao não merecimento do paciente.

O que mais me preocupa nessa questão do merecimento – ou da falta dele – é o acomodamento dos passistas que podem perder seus potenciais magnéticos, os quais são movidos pela vontade; quando eles suspeitam que talvez o paciente não mereça a cura, simplesmente se satisfazem. Seria diferente, em termos de doação e qualidade de fluidos, se eles acreditassem que todos são merecedores da cura. A postura do EU POSSO é essencial para um bom magnetizador, ele tem que acreditar em si mesmo, em sua força para fazer um bom atendimento magnético, pois se achar que está apenas submetido ao merecimento do paciente, logo desanimarão, perdendo o entusiasmo, o desejo da pesquisa, a vontade de se desenvolver mais e melhor. A consequência dessa postura leva à perda da oportunidade de conseguir descobrir a cura ou os meios de obtê-la.

Esse conceito é antigo no Movimento Espírita e em minha opinião precisa ser reavaliado. Estamos ainda começando a trabalhar com a ciência do Magnetismo e toda ciência deve evoluir. Os magnetizadores do passado nos deixaram a base e cabe a nós, os magnetizadores de hoje, levar essa ciência adiante, fazendo novas descobertas e pesquisas, aprofundando estudos e colhendo melhores resultados. Mas para conseguir isso devemos nos colocar na posição de aprendizes interessados e pesquisadores perseverantes. Não sabemos de tudo, ainda não conhecemos 100% do que o Magnetismo nos oferece e nem mesmo o que os magnetizadores de épocas remotas sabiam. Por isso, ainda não conseguimos a cura em determinadas situações e sobre certas patologias, não porque o paciente não merece e sim porque NÓS, os magnetizadores do hoje, AINDA não sabemos nos conduzir, magneticamente falando, como já seria de se esperar. Falta-nos, em muitas situações, eficácia no tato magnético, concentração no momento do passe, conhecimento fisiológico e fluídico mais aprimorados, tempo para atender aos pacientes de forma mais adequada e eficiente, conhecimento da qualidade no fluido doado, perseverança em todas as fases do que essa busca nos pede, etc..

O melhor que podemos fazer hoje não é O MELHOR QUE EXISTE PARA O PACIENTE, simplesmente é a nossa limitação; o paciente é merecedor de tudo de bom, inclusive da cura, e cabe a nós nos esforçarmos, através da prática e do estudo do Magnetismo, dar ao paciente o que ele realmente MERECE: a cura.

A Organização Mundial de Saúde diz que existem doentes e não doenças, e não poderia ser diferente no Magnetismo. Cada paciente é um universo fluídico a ser desvendado pelo passista. Existem regras básicas, mas também existem diferenciais que precisam ser analisados e descobertos. A Ciência médica até hoje busca compreender melhor essa máquina que é o corpo humano; quantas doenças a ciência não consegue curar!

Seria apenas por falta de merecimento do paciente ou ignorância da própria Medicina? Quantos morreram no passado de doenças que são hoje completamente curáveis? No Magnetismo, o passista, além de conhecedor das funções do corpo humano precisa também conhecer o fator energético e descobrir onde está a falha energética no campo fluídico que gerou a doença no corpo físico; isso requer pesquisas, estudos, buscas incessantes. O Magnetismo já descobriu a cura de várias doenças, mas, assim como a ciência, ainda não descobriu a cura de tudo e isso não quer dizer que a cura seja impossível.

Ninguém evolui pela dor, ainda quando esta seja vista ou percebida como um chamado ao caminho do amor. Se a dor, por si só, gerasse evolução nos seres, não se apontariam tantos doentes revoltados exatamente por conta dela. Por conta da dor blasfemam contra Deus, mas Ele não castiga ninguém. Na realidade, a doença é uma consequência dos nossos atos e não um castigo; não sendo castigo ela pode ser curada sim. Por outro lado, a cura pode trazer ao paciente a oportunidade de renovação interior, pelo sentimento da gratidão – por sinal, o que importa na lei do progresso é a reforma íntima, pois o ser só progride de fato pela mudança positiva de comportamento.

Kardec (A Gênese, cap. 14, item 31) anotou:

"A cura se opera mediante a substituição de uma molécula malsã por uma molécula sã. O poder curativo está, pois, na razão direta da pureza da substância inoculada, mas depende também da energia da vontade, que, quanto maior for, mais abundante emissão fluídica provocará e tanto maior força de penetração dará ao fluido. Depende ainda das intenções daquele que deseje realizar a cura, seja homem ou espírito".

O que se depreende dessa afirmação é que existem vários fatores a determinar uma cura e não dá para se entender que o “merecimento” seja dos mais poderosos.

Temos visto muitos casos onde um passista não consegue resultados positivos e outro sim. O fluido de determinado magnetizador tem mais poder de ação em certas doenças do que outros e isso também é um fator importante no processo da cura. Devemos também levar em consideração essas e outras muitas variáveis antes de assumir que o Magnetismo não cura ou o paciente não tem merecimento.

Um bom magnetizador deve ter sempre em mente a máxima do Evangelho “o amor cobre uma imensidão de pecados”, portanto o amor pode ser considerado como o maior destruidor de não merecimentos.

Jornal Vortice ANO III, n.º 02, julho/2010
FONTE: http://tdmmagnetismobatuira.blogspot.com.br/2013/01/falta-de-merecimento-ou-de-estudo.html


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

RELACIONAMENTOS

 
Relacionamentos
por Andrée Samuel
Há várias formas de relacionamentos e há também várias qualidades de relacionamentos. O que a Psicossíntese nos convida a fazer quando questionamos nossas relações com o mundo à nossa volta e com os outros é fazermos uma pausa, respirar, para entrar em contato com o nosso espaço sagrado interior e assim ter uma oportunidade de contato conosco num nível que transcenda o do consciente imediato e dos nossos condicionamentos.
Esta atitude promove e favorece, de início, o reconhecimento da multiplicidade de EUs que habitam o nosso Ser e que, no mais das vezes, se relacionam de modo conflitante – uma parte querendo eliminar a outra! À medida que tomamos consciência destas nossas várias vozes internas e que as reconhecemos, podemos então começar o trabalho de aceitação de sua presença ouvindo qual é a sua necessidade e procurando atender a esta necessidade de um modo mais satisfatório e pleno. Assim ajudamos estes vários EUs a trabalhar em conjunto, colaborando uns com os outros em prol de um maior equilíbrio da personalidade como um todo visando a uma harmonia do Ser.
Este é o trabalho que a Psicossíntese propõe como um primeiro passo para a viagem do auto-conhecimento.
Quanto mais pudermos desenvolver um contato íntimo conosco mesmos, mais e melhor poderemos estabelecer relações com o mundo à nossa volta.
Por que isto? Simplesmente porque, se não nós conhecermos naquilo que se constitui como um limite para a nossa expressão no mundo e também naquilo que temos como potencialidades e qualidades já reconhecidas a oferecer ao mundo, teremos uma visão muito limitada e limitante de nós mesmos e, conseqüentemente, dos outros. Ao aprendermos a conhecer-nos, a saber melhor de nossa dinâmica interior, tomando consciência daquilo que fazemos "contra" nós mesmos – não porque queremos, mas porque ainda não sabemos fazer diferente – podemos então resgatar nossa responsabilidade a respeito de nós mesmos e de nossas vidas, retomando as rédeas de nossas vidas em nossas mãos e não mais sendo um objeto passivo dos condicionamentos familiares, sociais, culturais, religiosos, etc.. Neste reconhecimento de como funcionamos na vida, é fundamental também reconhecermos aquilo que fazemos "a favor" de nós mesmos – assim abrimos o leque de nossa manifestação no mundo de modo mais concreto e mais honesto conosco mesmos.
O que a Psicossíntese propõe é uma re-educação à Luz da consciência. É a possibilidade de conectarmo-nos com o nosso Eu Maior, o Eu Superior, para ouvir esta voz de sabedoria e direcionar a vida a partir de escolhas mais genuínas do Ser e não mais para atender àquilo que imaginamos ser a expectativa do outro a nosso respeito. Esta relação de maior clareza e de respeito conosco mesmos, expande-se naturalmente em nossas relações com os outros. Quanto mais nós nos abrimos para uma compreensão de nossos processos internos e colocamo-nos disponíveis para trabalhar na transformação daquilo que nos emperra na vida, que bloqueia a nossa expressão natural e espontânea, mais nos abrimos para aceitar os outros do modo como eles se apresentam a cada momento da vida. Aprendemos assim a conviver com as diferenças de uma maneira mais construtiva e mais saudável. O exercício a que o processo de auto-conhecimento nos remete é exigente quanto à nossa atenção e observação de como estamos a cada momento, como estamos respirando, o que estamos pensando, fazendo, sentindo – são estas perguntas, acompanhando-nos em nosso dia a dia, que nos dão a chave para a ampliação da consciência em relação ao nosso relacionamento conosco mesmos e com os outros.
FONTE: http://www.psicossintese.org.br/Artigos/Relacionamentos.asp