sexta-feira, 16 de novembro de 2012

EGO X INTUIÇÃO


EGO X INTUIÇÃO
 
 
O Ego é reflexo da racionalização, diferente da intuição. A intuição é um impulso momentâneo de uma fração de segundo. O Ego é a racionalização da intuição.
A intuição é o aviso das vossas hierarquias espirituais, o alerta. A intuição aumenta na medida em que vocês dão passagem à vossa hierarquia espiritual.
Quando vocês entenderem que a intuição é essa comunicação, o Ego deixa de existir. O Ego é o aspecto humano de racionalizar e tentar controlar o corpo e o que está ao vosso redor. Aí entram os hologramas da ilusão, da vida fácil.
Muitos de vocês acham que a vida irá melhorar e buscam essa melhoria, porém esquecem que essa melhoria só é possível se internamente houver essa ressonância. Muitos estão buscando castelo de areia e já vos foi provado que castelo de areia desmorona dia após dia.
As traições das pessoas, os hologramas das pessoas provam que até o momento, muitos de vocês foram atrás de castelos de areia, o que não é o caminho de vocês. Porém, vos aviso que novos castelos de areia irão surgir até que cada um de vocês entre em depressão e questione o porquê estão vivos. É assim que a Matrix de Controle trabalha para tentar desviá-los de seu caminho.
O que posso vos dizer é que quando vocês seguem a intuição, estão seguindo um conselho amigo. É importante que vocês entendam: às vezes a intuição ocorre numa fração de segundo tão diminuta que vocês não percebem, devido ao mental estar tão acelerado.
Conforme vocês praticam as meditações, trabalham vosso interno, buscam acalmar a mente e o coração, é mais fácil “ouvir” a intuição. Porém, o normal dos seres humanos é estar com a mente ativada com os problemas do dia a dia de cada um, e isso não permite que a intuição seja captada.
 
(Esse é um dos motivos que orientamos para que não consumam produtos que estimulem ainda mais a atividade mental).
 
Essa aceleração mental acaba por afastar os vossos amparadores, uma vez que a comunicação é difícil.
A intuição é aumentada na medida em que vocês busquem a paz, relaxem a mente, solicitem que venha a vós a vossa hierarquia. São decretos que vocês devem fazer para que essa energia realmente se manifeste e seja verdadeira na vida de cada um.
O resto é sofrimento e decepção após decepção. Quantos de vocês, buscadores da luz, não tiveram nestes últimos quatro, cinco anos decepções absurdas? Porque eram castelos de areia.
A Matrix de Controle trabalha assim. Só que eu não posso avisar, nem o Shiva, nem o Yaslon, que muitas vezes mesmo sabendo não pode intervir para não criar interferências, mesmo porque seria uma perda de tempo.
O próprio Yaslon, passou por situações em sua vida desnecessárias, mas estava com uma atividade mental acelerada e não seguiu a intuição, até mesmo por acomodação e teve diversos problemas que não precisava. Mas nós não pudemos intervir por ele, assim como vossas hierarquias não podem intervir por vocês.
Entendemos que o comodismo, o medo que o ser humano tem da mudança faz com que isso aconteça e isso gera conflitos e desarmonia.
 
Ou seja, além de “ouvir” a intuição, vocês devem ter a coragem de tomar as atitudes necessárias, de cortar algumas situações. Percebemos o quanto isso é difícil para vocês, principalmente através das experiências do Yaslon, mas vocês estão no momento de aprender a dizer não, de escolher o caminho que o vosso coração guie e não o que vos é imposto.
Vocês estão num momento muito importante de vossa jornada terrestre, de poderem se libertar de uma vez por todas da Matriz de Controle e sair da Roda de Samsara ou continuaram onde estão por mais 560 mil anos no novo ciclo que a Terra passará. Porém, vos digo que será um planeta mais denso do que este.
O Yaslon muitas vezes é tachado como “grosso” pois não permite que as pessoas se aproximem, enquanto outros canais são mais carinhosos, brandos e permitem a aproximação de um número maior de pessoas. Porém, a maioria dessas pessoas tem a intenção de vampirização, sem o real interesse no ensinamento, na evolução do espírito.
As pessoas que não aproveitaram os ensinamentos que vos estamos passando, perderam o seu tempo. Não somos nós, ou o Yaslon que vos irá libertar, cada um é responsável por si. Não é porque fizeram os cursos, leram os livros que estão com a “liberdade garantida”.
Aproveitem ao máximo o que vos estamos passando, assim como os ensinamentos de outros canais com os quais se identificam, pois em breve muitos deles não precisarão mais estar entre vocês.
Há diversos livros e materiais para o vosso estudo, mas todo esse material só tem validade quando vocês colocam em prática o que está sendo passado. Nada vale vocês lerem centenas de livros, fazerem diversos cursos se não entendem o que está presente e o que isso representa no crescimento interno de cada um.
O crescimento que falamos é o despertar consciencial. É abrir a mente para o Plano Superior e permitir que a hierarquia espiritual seja presente em vossas vidas. Quando vocês tiverem dúvidas, chamem a hierarquia, peçam auxílio, peçam provas, vocês as receberão. Mas aprendam a respeitar e a trabalhar com a hierarquia.
Muitas pessoas até sabem que existe, mas não a respeitam e inclusive, acham que podem manipular a hierarquia. Esse é o maior erro. A Hierarquia da Luz não precisa de vela, não precisa de entrega, de sangue, de nada, porque ela já é Luz.
A hierarquia negativada umbralina precisa disso e de muito mais porque acredita que assim ela conseguirá luz. Porém, só obterão luz no dia em que se perdoarem e perdoarem o próximo. Não é recebendo entregas que irão se iluminar. Mas se as pessoas que praticam isso não sabem, nem eles sabem disso.
Por isso que os verdadeiros mestres de luz projetam luz para o Umbral de modo a liberar as entidades lá presas. Isso vocês poderão fazer na medida em que saibam trabalhar com vossas hierarquias tronadas e tenham amor no coração para gradualmente limpar e libertar essas partículas que estão presas, que tanto podem ser vocês no passado, em vidas paralelas ou mesmo parentes de vocês, e inclusive inimigos, que também tem que ser libertados.
O trabalho é árduo, é amplo, mas é necessário.
Se vocês estão encarnados nesta época é porque escolheram tentar. Então, pelo menos tentem. Se vocês não tentarem, perderam mais uma encarnação e o momento de ajudar a humanidade.
Busquem a felicidade dentro de vocês. Trabalhem, dediquem tempo a vocês mesmos. Querem curar as pessoas? Tudo bem, mas curem primeiro a si próprios. Retirem de dentro de vós as mágoas, a tristeza, as decepções para que vocês possam ajudar as outras pessoas. Esse é o primeiro passo no momento, pois não há mais tempo. Até quatro, cinco anos atrás vocês podiam “brincar” de curar os outros, mas agora o tempo que vocês tem para atingir o patamar de energia necessário, do ponto de vista humano é pequeno (menos de quatro anos).
É o momento de trabalho pessoal, onde terão que mudar muitas coisas. Não apenas a alimentação, mas principalmente a postura, as reações químicas do vosso corpo.
Toda a Hierarquia da Fraternidade Branca, os Chohans estão acessíveis a vocês, basta que vocês realmente busquem essa conexão. O Templo dos 22 Raios ou de Shambala pertence a Hierarquia da Cura Quântica, portanto é acessível a todos vocês. O Mentor de Cura de cada um tem contato direto com o Shiva, Hilarion, Ashtar, Alcon, o Yaslon e em alguns casos, comigo.
A diferença entre o Yaslon e outros canais é que o Yaslon não é daqui deste Universo. Ele não está corrompido com as hierarquias de Anhotak e outros seres por isso que ele tem condições de desenvolver um trabalho diferente e é por isso que tem sido tão atacado e confrontado. Ele rompe para vocês os paradigmas de Satã, de Yawé. Ele é o único comandante da confederação encarnado que confrontou diretamente esses seres nas disputas políticas que ele participou. Por isso tantas tentativas de difamar o trabalho dele e de desviá-los do caminho. Ele não é melhor do que ninguém, apenas tem uma experiência que poucos seres deste Universo possuem.
As Hierarquias que trabalham com a Cura Quântica Estelar representam hierarquias que não se corrompem, que representam hierarquias da Fonte. Por isso muitas pessoas ligadas a Cura Quântica estão sendo atacadas, pois essa hierarquia representa o término das energias não Crísticas. Para que não entrem em confronto com essas hierarquias opositoras a Luz, trabalhem o interno de vocês. Não entrem na briga, não entrem no confronto.
Não “comprem essa briga” pois vocês não tem como sustentar essa energia. Entreguem à Hierarquia, Ela sabe o que faz. Não se exponham. Não estamos pedindo que nos sigam, estamos pedindo que escutem o vosso coração, que se libertem.
 
Fiquem na paz de vosso Cristo Interno e busquem o amor próprio.
 
Voronandeck Shtareer, Cidade do Porto 17 de agosto de 2008.
Autor: Rodrigo Romo

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Síndrome da Ressonância Vibratória com o Passado


Síndrome da Ressonância

Vibratória com o Passado


Lembranças sugestivas de uma outra encarnação, seguramente, fluem de um arquivo de memória que não o existente no cérebro material, sugerem a evidência de arquivos perenes situados em campos multidimensionais da complexidade humana, portanto, estruturas que preexistem ao berço e sobrevivem ao túmulo. O espírito eterno que nos habita, guarda todas as cenas vividas nas encarnações anteriores. Tudo, sensações, emoções e pensamentos, com todo seu colorido.

Ressonância vibratória com o passado, são vislumbres fugazes de fatos vivenciados em uma outra equação de tempo e que, em certas circunstâncias, na encarnação atual, emergem do psiquismo de profundidade através de flashes ideoplásticos de situações vividas em encarnações anteriores. A pessoa encarnada não se recorda de vidas passadas porque o cérebro físico não viveu aquelas situações, e, logicamente, delas não tem registro. Nosso cérebro está apto a tratar de fenômenos que fazem parte da existência atual, e não de outras.

Se a ressonância é de caráter positivo, expressando a recordação de um evento agradável, não desperta maiores atenções, confundindo-se com experiências prazerosas do cotidiano. Porém, no caso de uma ressonância negativa, ocorrem lembranças de certas atitudes infelizes do homem terreno, a exemplo, de suicídios, crimes, desilusões amorosas e prejuízos infligidos aos outros, podem gerar conflitos espirituais duradouros. São contingências marcantes, responsáveis por profundas cicatrizes psicológicas que permanecem indelevelmente gravadas na memória espiritual.

Nas reencarnações seguintes, essas reminiscências podem emergir espontaneamente sob a forma de "flashes ideoplásticos" e o sujeito passa a manifestar queixas de mal-estar generalizado com sensações de angústia, desespero ou remorso sem causas aparentes, alicerçando um grupo de manifestações neuróticas, bem caracterizadas do ponto de vista médico-espírita e denominadas – Ressonâncias Patológicas - como bem as descreveu o Dr. Lacerda.

Uma determinada situação da vida presente, uma pessoa, um olhar, uma jóia, uma paisagem, uma casa, um móvel, um detalhe qualquer pode ser o detonador que traz a sintonia vibratória. Quando a situação de passado foi angustiosa, este passado sobrepõe-se ao presente. A angústia, ocorrendo inúmeras vezes, cria um estado de neurose que com o tempo degenera em psicopatia. Estados vibracionais como estes podem atrair parasitas espirituais que agravam o quadro.

Durante um atendimento, incorporou o espírito de uma criança. O pai desta criança foi convocado para a guerra e disse a ela que ele voltaria para buscá-la. O pai morreu em uma batalha. A aldeia em que moravam foi bombardeada, a criança desencarnou junto com outros. O doutrinador, naquela encarnação foi o pai da criança. O corpo mental da criança ficou preso à situação de passado pela promessa do pai e os outros habitantes da aldeia ficaram magnetizados àquela situação. Todos foram atendidos. O fator desencadeante: a criança, em sua atual encarnação é dentista e tendo o doutrinador como paciente.

 

Fonte: SBA/SOCIEDADE BRASILEIRA DE APOMETRIA

O Fenômeno da Dupla Personalidade

O Fenômeno da Dupla Personalidade

Estudado principalmente pela psicologia, pode estar associado com uma influencia espiritual intensiva, que pode ser um processo obsessivo por subjugação, fazendo com que o espírito de um desencarnado assuma temporariamente o controle sobre o encarnado, atuando sobre o seu sistema nervoso e o seu perispírito. Mas pode ser também a exteriorização de lembranças espontâneas de outras existências, que de tão fortes, fazem com que a pessoa assuma temporariamente determinada personalidade vivenciada em outra encarnação. Movida por um distúrbio psicológico, passa a agir como agia antes, naquela existência, apresentando a personalidade passada. Há casos em que um indivíduo pode sofrer um processo de dividir – se em personalidades que podem repentinamente se manifestar. Do ponto de vista psíquico, esse fenômeno pode ser chamado de ” subpersonalidades “, por tratar – se de um fenômeno que ocorre com a mesma pessoa, mas que apresenta manifestações próprias e diferenciadas, como se fossem de outra pessoa.

Sob a ótica espírita, a pergunta é: Trata – se ou não de um outro espírito habitando o mesmo corpo ? Leon Denis, no livro ” O Problema do Ser, do Destino e da Dor “, nos esclarece: ” Em certo casos, vê – se aparecer em nós um ser muito diferente do ser normal, possuindo não só conhecimentos e aptidões mais extensas que as da personalidade comum, mas, alem disso, dotado de modos de percepção mais poderosos e variados. Às vezes, mesmo nos fenômenos de segunda personalidade, o caráter se modifica e se difere de tal fomra do caráter habitual, que tem havido observadores que se julgaram na presença de um outro individuo “.

Se enxergamos o fenômeno mediante a compreensão espírita de que somos a soma de nossas experiências passadas, poderemos chegar à conclusão de que sofremos a interferência do que já fomos ou fizemos em outras experiências na carne em nossa atual encarnação, que podem se fazer presentes quando alguns fatos nos remetem a medos e traumas antigos. Para Jung, um trauma nunca desaparece, apenas torna – se, ao longo dos anos (e de nossas existências), mais conhecido de nós mesmos.

Trazemos em nós muitas pessoas, e todos esses ” eus ” possuem capacidades e atributos que podem nos ajudar em nossa evolução; isso quando temos a consciência de utilizar essas qualidades para favorecer a nossa atual vivencia.

O fenômeno das múltiplas personalidades, psicopatologias e possessões, pode ser um sintoma de que o individuo não se encontra bem, e que esse espírito não se encontra bem, e que esse espírito pode se encontrar gravemente doente. Nesse caso, é necessário avaliar cada personalidade que se manifesta. O mais importante é saber diferenciar a manifestação de nossas vivencias passadas, de um quadro distúrbio psíquico mais grave. Saber aproveitar essas manifestações é integrar as antigas experiências ao nosso Espírito, fazendo com que a cada encarnação possamos ser uma alma muito mais evoluída e experiente.

Fone: Revista Espiritual de Umbanda
http://estudoreligioso.wordpress.com/2008/10/16/o-fenmeno-da-dupla-personalidade/

 

 

 

APOMETRIA: A terapia alternativa



APOMETRIA: A terapia alternativa

 Por mário da Fonseca
          Relatos sobre apometria, o ser humano multidimensional, extraterrestres e resgate planetário

 APARELHOS ALIENÍGENAS DE CONTROLES MENTAIS: CAPACETES

É comum nos dias atuais ouvir falar em implantes. Muitos dos animais licenciados pelo IBAMA, para animais de estimação, usam um micro-chip do tamanho de um grão de arroz, usado para identificação e controle. Nos estudos espíritas se fala muito em obsessão, que é a interferência de um espírito humano a uma pessoa dita encarnada.

Nos estudos da Apometria surgiu o termo: Obsessão Complexa. Obsessão Complexa: Termo usado para casos de obsessão onde há Magia Negra, Goécia e o que vamos tratar hoje que são aparelhos utilizados para causar dor ou obter um controle mental de um indivíduo. Começando pelos implantes, que também são uma forma de controle, eles podem ser de diversas aparência e tamanhos.

 Fazendo-se uma busca na internet vamos localizar diversos deles. Mas um dos que vem me chamando a atenção são os chamados implantes orgânicos. São implantes com aproximadamente 3cm que podem de desenvolver e acredito que podem chegar a uns 50cm envolvendo a coluna vertebral. Eles podem ser vistos por quem tem vidência pois são de outra dimensão(astral).

Como se já não bastasse, atualmente tenho encontrado um outro tipo de controle: o Capacete. O Capacete é um artefato astral colocado na cabeça e dele saem pinos interligando o cérebro. Como consequência, a pessoa sente dor de cabeça constante e sem motivo aparente. Ou pode se tornar um fanático religioso, fechando-se a tudo que possa trazer uma libertação mental.

 O primeiro caso que encontrei foi relatado na postagem anterior. Depois disso, encontrei diversos casos onde a ação foi desde dor de cabeça, depressão profunda, fanatismo e vida descontrolada onde tudo dava errado. Estes artefatos podem ser utilizados pelos alienígenas trevosos, mas há uma grande maioria de extraterrestres que fazem o bem, que ajudam na remoção dos implantes, que ensinam como atuar nestes casos. São seres de LUZ, irmãos das estrelas, alguns de outras galáxias, todos empenhados na libertação dos seres humanos para alcançar uma nova dimensão. Uma dimensão de Paz, Harmonia e Felicidade.

São nossos irmãos de Arcturos, das Pleiades, de Orion, De Andromeda, da constelação do Indio, e inúmeros outros das mais distantes estrelas, inclusive seres intraterrenos como divulgado pela princesa do Japão (http://youtu.be/B9u6DDKbX6Q). Infelizmente muitos deles ainda não são aceitos e quando se apresentam em reuniões mediúnicas usam a aparência de Preto Velho, de Índio ou de algum personagem aceito no grupo. Vamos todos entrar neste grande templo de amor e de luz. Vamos compartilhar o grande avanço de nossos irmãos. Vamos ser uma grande família. Uma grande Família Cósmica!

TÉCNICAS APOMETRICAS

De uma maneira simplista, Apometria é uma técnica baseada em desdobramento. O tratamento depende da energia do terapeuta mas principalmente de quem as recebe.

Educar a mente para que se possa ressignificar tudo ao nosso redor, vendo o mundo como uma oportunidade de aprendizado, tirando lições de tudo que nos acontece para que possamos viver cada vez melhor.

Nossa missão na Terra: Viver! Viver com alegria, com amor, com fraternidade e aprendendo sempre. Aprendendo o segredo de uma vida próspera e feliz!

Com essa missão em andamento, conseguimos as ferramentas necessárias para aliviar as dores através da energia do Amor Incondicional.

FONTE: http://www.santaametista.com/

 

 


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Auto-obsessão. Porque insistimos em nos sabotar?


Auto-obsessão. Porque insistimos em nos sabotar?
 
Cada pessoa é aquilo que crê; fala do que gosta; retém o que procura; ensina o que aprende; tem o que dá e vale o que faz.
Sempre fácil, portanto, para cada um de nós reconhecer os esquemas de vivência em que nos colocamos.
Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier


A tentativa de associar a medicina tradicional com técnicas complementares tem nos mostrado uma faceta muito interessante das doenças, que é justamente a auto-obsessão, ou seja, essa nossa capacidade inata e nem sempre consciente de nos prejudicar, mantendo em nós mesmos aquilo que nos aflige. Muitas pessoas quando ouvem falar em obsessão pensam logo em espiritismo e influência espiritual. Mas aqui falamos de auto-obsessão, que acreditem, é bem mais comum do que imaginamos.
A influência espiritual na vida das pessoas é bíblica, não foi inventada pelo espiritismo. Quem lê os textos sagrados com cuidado percebe facilmente que era uma crença arraigada no povo judeu e outros, a influência de espíritos desencarnados, de "espíritos imundos" causando doença, loucura, idiotia, etc.
Não queremos menosprezar essa influência, pelo contrário, mas somente abordamos aqui o complemento dessa história, que diz respeito a esse auto-boicote, que nos faz manter padrões de comportamento, pensamentos e atitudes que nos prejudicam.
Dias atrás assistindo ao programa da Oprah Winfrey, a mais conhecida apresentadora americana, um psicólogo dava uma entrevista dizendo que "o crescente aumento de usuários de drogas, de álcool e de cigarro, assim como o aumento da obesidade, podem ter como causa comum a necessidade que temos de manter em nós o sofrimento". Ele citava um exemplo bem prático. "Fulano é obeso e diz que essa é a causa do fracasso no seu casamento. Se ele emagrecer e o problema não acabar pra onde vai a culpa?"
Em nossos núcleo de atendimento espírita, temos frequentemente nos deparado com situações como essas. A nossa ligação com o passado é tão forte, que simplesmente não conseguimos nos desligar de padrões de comportamento adotados em vivências diversas que já tivemos. Daí surgem os conflitos, dissociando o que aprendemos do que fazemos. É o famoso "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". Todos temos esse comportamento em maior ou menor grau, e isso não se constitui em desvio de caratér ou falsidade, se dá somente pelo fato que vivenciamos no mundo inteiro uma abertura, uma mudança de paradigma que nos coloca frente a ensinamentos maravilhosos e nos provocam uma inequívoca vontade de mudança profunda.
Conhecereis a verdade e ela vos libertará, dizia o Cristo. Todas as religiões vivem esse momento especial, cada uma a seu modo. A ciência começa a se aprofundar no estudo da relação emoção X físico, a física quântica começa a nos indicar que existe mais do que a matéria que nos serve de roupa terrena. Quando entramos em contato com essa boa nova do terceiro milênio, onde o espírito sobrepuja o físico ficamos maravilhados, mas sentimos também o imenso caminho que ainda teremos de percorrer para alcançar a nossa libertação individual, para nos desprender do nosso passado de culpas e mágoas.
Essa caminhada deve ser feita com segurança, com muita compaixão por nossas dificuldades, nos tratando como tratamos um filho, ou nossos pais quando lhe sentimos uma falta. A auto-obsessão tem dois lados opostos, ambos maléficos. Podemos nos cobrar demais e transformar nossa vida num eterno "pecado". Tudo é errado. Ou podemos boicotar nossa evolução, nos agarrando em nossas convicções que nos mantém imantados a erros primários.
Maisa Intelisano também nos fala da auto-obsessão "reversa", aquela em que acreditamos ser ou fazer mais do que realmente somos e fazemos, aquela que conduz à fascinação auto-referente, aquela que, inconscientemente, nos faz pensar que somos especiais, superiores... Essa é ainda mais perigosa do que a primeira, pois nos ilude com uma falsa sensação de bem-estar, realização, bondade, etc., fazendo-nos crer que estamos felizes e saudáveis. A outra, por nos trazer desconforto, nos ajuda a buscar os pontos que precisamos mudar. Mas a "reversa", ao contrário, nos confunde com a falta impressão de que não precisamos mudar tanto assim.
Temos a eternidade para realizar nosso papel, mas podemos começar agora, nos libertando de preconceitos, de mágoas, de culpa, de raiva, e sendo gratos a Deus poe estarmos aqui, vivendo em um mundo tão repleto de oportunidades para ser cristão.
FONTE: http://medicinaespiritual.blogspot.com.br/2008/02/auto-obsesso-porque-insistimos-em-nos.html

A Medicina Oficial se abre para a questão Espiritual


                        A Medicina Oficial se abre para a questão Espiritual


A questão da vida após a morte, a sobrevivência do espírito após a morte do corpo biológico, sendo este a sede da emoção, da personalidade, da identidade de uma pessoa na hipótese do continuum da vida, a comunicabilidade entre a dimensão espiritual e o plano biológico nos estados de transe, na mediunidade, o entendimento do cérebro como o transdutor da alma e não como foco produtor do pensamento, são questões em aberto no território da Ciência.

A visão materialista entende que a pessoa é o corpo biológico, portanto a vida termina com a morte do corpo. Esta é uma hipótese que não foi comprovada pela Ciência. Assim, tanto a visão espírita proposta por Allan Kardec, quanto à visão organicista-materialista são hipóteses abertas à investigação pela Ciência Oficial.

Afirmar o materialismo como realidade existencial é hoje uma hipótese e não uma confirmação cientifica. Um cientista que se diz materialista fala em nome próprio e não em nome da Ciência. A Ciência Oficial está aberta à investigação das hipóteses espíritas tanto quanto as hipóteses materialistas. Assim é que as universidades americanas como a Universidade de Harvard (Mind-body Institut), a Universidade de Virginia (Pesquisa sobre reencarnação), a Universidade do Arizona (Laboratório de pesquisa sobre vida após a morte) www.veritas.arizona.edu e por extensão as 50 maiores faculdades de medicina dos EUA incluem em seus currículos de graduação e pós-graduação a Disciplina Medicina e Espiritualidade, segundo JAMA - Journal of American Medical Association.

A OMS _ Organização Mundial de Saúde, passa a admitir o sistema espiritual na caracterização de saúde e qualidade de vida como observamos no protocolo do WHOQOL-100 - www.ufrgs.br/psiq/whoqol1.html - (domínio VI Aspectos espirituais, religião e crenças pessoais na tabela 2 – Domínios e facetas do WHOQOL).

Também, o CID-10, Código Internacional de Doenças, item F.44.3 - Estados de Transe e Possessão - configura como diagnóstico médico e qualifica o transe patológico (mediunidade/doença) quando o individuo não tem controle sobre o fenômeno, ocorrendo de forma involuntária e não desejada. Mas não é considerada doença o estado de transe (mediunidade/saúde) sob domínio da pessoa em seu contexto cultural ou religioso - www.datasus.gov.br/cid10/v2008/cid10.htm.

O DSM-IV, Casos Clínicos da Associação Americana de Psiquiatria, chega a ser mais objetivo utilizando o termo “possessão por espíritos”, colocando que consiste num transtorno dissociativo, com a ressalva de que “é o termo mais próximo deste intrigante diagnóstico”, demonstrando objetivamente que o entendimento do fenômeno ainda está em aberto - www.psych.org.

De fato, o estado de transe é um estado dissociativo (conversão) podendo configurar-se como Transtorno Dissociativo nos casos patológicos (mediunidade/doença) porque a interferência espiritual naturalmente provoca dissociação da mente. Portanto, considerar o estado de transe como transtorno dissociativo ou conversivo não exclui a hipótese de que seja um fenômeno espirítico.

Os estados conversivos ou dissociativos foram amplamente estudados no Hospital Salpêtrière de Paris, na escola do Prof. Charcot, onde Freud estudou. Em seus estudos alguns pesquisadores abordaram a hipótese espirítica (Mediunidade) como entendimento etiológico dos estados conversivos. Um deles foi Carl Gustav Jung que no segundo capítulo do primeiro volume de Obras Completas (Ed. Vozes) estuda o médium espírita. Também na mesma escola os médicos Gustav Geley e Albert Scherenck-Notzing abordaram formalmente a hipótese espírita como valida em medicina (Scherenck-Notzing em Le Phenomene Physique de La Mediunite e Gustav Geley em O Ser Subconsciente). Com isso, mesmo o termo Conversão Histérica enquanto fórmula estritamente anímica, como proposto por Freud, não foi e não é um consenso em medicina.

Como médico participo da hipótese espírita dos estados de transe e possessão e também no entendimento do sistema espiritual abordado pelo protocolo de Qualidade de Vida da OMS, procurando pesquisar as possibilidades da hipótese espiritual no processo de saúde e doença. Esta argumentação frente à abertura que a Medicina Oficial está dando para o entendimento do sistema espiritual permitiu que meu protocolo de pesquisa no estudo de 120 pacientes abordados segundo a óptica bio-psico-socio-espiritual fosse aprovado oficialmente junto à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, e esta pesquisa já está sendo desenvolvida.

Julgo que a Medicina e a Ciência nas universidades precisam criar institutos e departamentos com todos os recursos para pesquisa cientifica, a fim de estudar a hipótese espiritual. É para este ideal que procuro contribuir para que esta questão não fique pautada em cima de opiniões pessoais.

É inequívoco que a Medicina e a Ciência estão abertas para esta hipótese.

Dr. Sergio Felipe de Oliveira - CRM 62.051

Sou médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Anatomista pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo com área de concentração em Neurociências e Neuroanatomia Ultraestrutural. Mestre em Ciências pela USP. Coordeno a Disciplina Optativa Medicina e Espiritualidade da FMUSP enquadrada no item práticas médicas para graduandos de medicina.

FONTE: http://www.uniespirito.com.br/artigos/medicina-oficial-se-abre-para-quest%C3%A3o-espiritual



Estudo da mente: não há futuro sem o estudo do espírito



Estudo da mente: não há futuro sem o estudo do espírito

Dr. Nubor Facure

O que há de mais significativo na atualidade é que o avanço tecnológico que nos permitiu conhecer mais intimamente a fisiologia cerebral permitiu trazer o estudo da mente para o campo da ciência depois de séculos de especulações filosóficas.(1) Nunca se ignorou que processamos fenômenos mentais como o pensamento, a imaginação, a noção de tempo, o calculo mental e as nossas memórias, especialmente aquelas que nos aborrecem e não desgrudam de nós.(2)

Curiosamente, a pergunta para a qual mais respostas temos é, exatamente, como funciona a mente — várias escolas do pensamento filosófico e científico se propuseram a respondê-la. Podemos questionar, em primeiro lugar, se existe realmente um mentalismo, uma atividade mental que seria ligada a, ou independente de, outras atividades fisiológicas, especialmente cerebrais como são a visão, o movimento, a dor ou o simples palpitar do coração após um susto que nos emociona. Ainda hoje não existe uma unanimidade sobre a existência ou não da mente, o que torna o tema sempre muito instigante.

Filósofos clássicos e médicos-filósofos coma Hipocrates e Galeno demonstraram uma convicção na existência imaterial da Alma e na sua competência em pôr em funcionamento nosso organismo. A Alma ou Psique seria, necessariamente, responsável per nossas percepções e sensações. Havia, na discussão filosófica clássica uma série de preocupações, em particular, com a localização da Alma, sua permanência após a morte do corpo físico e, até mesmo, sua existência previa, antes do nascimento(3).

Mesmo sem negar a existência da Alma, Alcameon de Crotona e Hipócrates atribuíam ao Cérebro a causa de todas as nossas sensações e percepções. No período romano ninguém supera as lições de Galeno, que introduziu a noção de uma substância imaterial que daria a todo o nosso corpo sua dinâmica de funcionamento. No cérebro, ocorreriam nossas atividades motoras, sensitivas e racionais.

Na visão eclesiástica da mente, esse conjunto clássico de proposições "médicofilosóficas" foi de extrema conveniência para a Igreja da Idade Média, que o apoiou sem contestação, fazendo apenas ajustes para adequá-los ao pensamento teológico vigente.(4) Mas, rompendo com o passado. René Descartes sabiamente criou uma dualidade conveniente, separando a Alma (e suas paixões) do Corpo. Em 1804, Franz Gall relacionou as funções mentais com saliências do crânio, dando início a interpretação localizacionista das funções cerebrais, fato que veio a se sedimentar em 1867 com a apresentação pública de Paul Brocá da descoberta da localização cerebral da palavra falada, no pé da circunvolução frontal esquerda. (5)

No entanto, permaneceu o dilema dualista. Qual a competência e a extensão de cada componente, o corpo ou a Alma? Qual a maior ou a menor influência, a do ambiente ou a da hereditariedade? O quanto são ideias inatas e o quanta é fruto do aprendizado? Provém do Espírito o nosso livre-arbítrio ou somas compelidos a reagir a condicionamentos? Para Baruch Spinosa o cérebro está comprometido em nossas decisões e nosso aprendizado deixa marcas permanentes no cérebro. Não se estranha, portanto, que Antônio Damásio afirme que o cérebro constrói o homem.(6)

No final do século XIX, surge a psicologia como ciência, com duas correntes principais: o estruturalismo, que estuda os elementos constitutivos da mente, e o funcionalismo, que estuda as múltiplas funções da mente: como percebemos o mundo, ou tomamos decisões, ou registramos o que ouvimos e vemos, ou separamos sensações agradáveis de outras incômodas e nocivas. Freud inaugurou o estudo moderno sobre o funcionamento da mente a partir da atuação de uma força inconsciente que dirige nossas ações. Somos impulsionados por essa força inconsciente e inteiramente controlados por ela. Freud enxergou na mente um aparelho psíquico com três componentes: O Id, o Ego e o Superego. Com esses fundamentos Freud construiu a Psicanálise, revolucionando a abordagem e o tratamento das neuroses. (7)

Segundo o movimento da Gestalt, a mente não é formada pela soma de seus componentes e de suas funções. Pela sua complexidade ela é, no seu todo, sempre maior que a soma dos seus elementos. Em suas propriedades a mente inclui o contexto onde os fenômenos ocorrem - imagine um banco de jardim, ali ele tem uma função, se colocado no banheiro da casa ele fará um papel totalmente diferente. Na Gestalt considera-se que sempre realizamos um trabalho mental interno para solucionar um problema. Enquanto o behaviorismo considera que simplesmente reagimos a estímulos para agir, na Gestalt o “insight” é fundamental na construção dos nossos comportamentos. Devo pensar e fazer minhas escolhas antes de decidir.

O fisiologista russo Ivan Pavlov demonstrou que podemos produzir comportamentos novos em um animal, associando um estimulo natural como a presença de um pedaço de carne, a um sinal neutro do tipo do ruído de uma sineta, condicionando uma resposta especifica que seria a salivação. Já o psicólogo norte-americano John Watson condicionou comportamentos humanos desenvolvendo a teoria do Behaviorismo, aperfeiçoada por Skinner, que sugere um ser humano moldado por estímulos, dispensando a existência das funções cognitivas como pensamento, percepção, memórias e principalmente postula que não existe uma mente em nós. Assim: o que interessa são as circunstancias e as consequências das ações que nos motivam; o Self é apenas um repertório de comportamentos adequados para determinada serie de contingências; não existe urna atividade mental entre o estímulo e a resposta; para entendermos o comportamento, os processos mentais são irrelevantes e ao mesmo tempo inacessíveis; basta-nos considerar: o ambiente em que a resposta ocorre, a resposta em si (tipo), as consequências das respostas.

O recente campo das Neurociências apresenta-se com acertos e também com sua falácia. Estudos clínicos em pacientes vitimas de ferimentos cranianos, de lesões, tumores ou doença vascular cerebral permitiram acumular um precioso conhecimento sobre as funções das diversas áreas cerebrais. Desenvolveram-se duas grandes vertentes desse conhecimento, uma baseada no localizacionismo, na qual cada área cerebral revelou que função se relaciona, e outra construiu sistemas de funcionamento, como, per exemplo, para a linguagem e para as atividades motoras. A mente passou a ser reconhecida como um epifenômeno da complexa atividade cerebral.(8)

No campo da fisiologia, Erick Kandel realizou estudos com neurônios isolados da Aplisia, uma lesma do mar, demonstrando dois fenômenos da fisiologia dos neurônios: a sensibilização e a habituação. Essa atividade neurofisiológica, de aparência simples, conseguiu esclarecer nossos mecanismos de aprendizagem e de memória em toda a sua complexidade.(9)

No estudo dos neurotransmissores, a química cerebral, a partir da descoberta da acetilcolina, já inclui cerca de 30 neurotransmissores que estão nitidamente ligados aos fenômenos mentais, sejam os nossos desejos, como os nossos comportamentos, tanto agressivos quanto românticos, e assumem um papel de extrema importância no manejo das doenças mentais.

No campo da neuroimagem, com a introdução da Ressonância cerebral e seus aperfeiçoamentos, explodiu uma revolução nos labirintos do cérebro. Área por área, função por função estão sendo escaneadas para criar uma nova ciência da mente. O detalhamento é tão grande e a meu ver exagerado, que se propõe a identificar áreas ligadas a nossa preferência, até por um determinado sabor de sorvete. E é essa extravagância que gerou uma falácia na neurociência.(10)

No máximo, essas imagens podem nos dizer que determinada atividade como, por exemplo, pensar na solução de um lance num jogo de xadrez ou fazer uma identificação de um rosto bonito, pode estar ocorrendo em determinada área do cérebro, mas isso não nos permite dizer que é aquela área que faz o lance no xadrez ou determina a escolha do rosto. A neuroimagem não consegue incluir a pessoa humana no comando da atividade cerebral. As mãos de Eurídice em súplica, a mãos que apedreja, os lábios que beijei. O olhar de espanto quando me viu, ou o gesto de adeus, são figuras possíveis na poesia, mas, nada acontece sem que a Alma se manifeste. Seria muito cômodo eu dizer ao meu gerente no banco que mais tarde meus neurônios passam para lhe pagar meu debito em conta.(11)

 Sendo o Espiritismo uma Ciência do Espírito e do Mundo Espiritual, não seria de estranhar que ele esclarecesse algo mais sobre a mente e, principalmente, onde e como ela atua. Nesse sentido, os seus fundamentos acrescentam um volume de informações inesgotável e bem superior a tudo que se soube até hoje. Para simplificação, optamos por apresentar alguns de seus princípios, enriquecendo este nosso estudo sobre a mente:

 <!--[if !supportLists]-->Ø <!--[endif]-->Existe uma Alma que é agente de todos as nossos comportamentos e faz as opções do nosso livre-arbítrio:

<!--[if !supportLists]-->Ø <!--[endif]-->A mente pode ser tomada como sinônimo de Alma, portanto, não é de se estranhar que possa ser dito que a mente não é uma simples propriedade do cérebro mas é uma entidade corpórea;

<!--[if !supportLists]-->Ø <!--[endif]-->Essa alma/mente não nasce criada em um paraíso bíblico, ela percorre a mesma jornada evolutiva na mesma escala de desenvolvimento da vida na Terra. Em suas memórias estão registradas todas as experiências de reencarnações sucessivas que percorreu, o que, possivelmente, tem a ver com os arquétipos junguianos;

<!--[if !supportLists]-->Ø <!--[endif]-->A cada vida que recomeça, a Alma traz suas tendências e seus compromissos cármicos que lhe permitem o resgate de suas faltas e o recomeço de sua trajetória evolutiva — daí o significado da dor e do sofrimento na história de vida de cada um de nós;

<!--[if !supportLists]-->Ø <!--[endif]-->A Alma não e prisioneira do corpo físico, podendo frequentemente dele se desdobrar e entrar em sintonia com o mundo espiritual. Isso explica as descrições das EQM- experiências de quase morte, das experiências fora do corpo, dos sonhos lúcidos, das alucinações hipnagógicas e da comunicação espírita:

<!--[if !supportLists]-->Ø <!--[endif]-->O pensamento não e um fenômeno etéreo, ele é energia procedente da Alma, que cria uma psicosfera em torno de cada um que o emite, estabelecendo sintonia com todas as Almas que afinam opiniões semelhantes. Isso explica a atração de simpatia e antipatia entre as pessoas;

<!--[if !supportLists]-->Ø <!--[endif]-->Nossos sentidos físicos trafegam informações pelo cérebro onde elas são processadas pela Alma. conforme suas experiências previas — as alterações químicas do cérebro têm repercussões graves nas percepções que realiza a Alma, assim como temos perturbações da própria Alma que desequilibram a fisiologia do cérebro.

Nossa contribuição pessoal e a de uma metaneurologia e o Corpo mental.(12) Existem situações neurológicas diversas que nos permitem constatar a existência de uma estrutura corporificada representando nossa mente — o corpo mental tem uma anatomia e uma fisiologia compatíveis com situações clínicas conhecidas dos neurologistas. Pacientes com síndromes histéricas(13) constroem mentalmente seus sintomas paralíticos ou suas insensibilidades obedecendo a um padrão uniforme compatível com o corpo mental. A narcolepsia, o membro fantasma (14), as memórias e paralisias geradas pela hipnose(15) encaixam-se corretamente no corpo mental. Dai a minha sugestão de construirmos uma metaneurologia baseada no corpo mental — que nos abre a possibilidade de avaliação experimental da mente. Nosso futuro tecnológico trará situações extraordinárias e surpreendentes. Vamos lidar cada vez mais com máquinas que obedecerão ao pensamento, mas, cedo ou tarde, o Espírito terá de ser admitido no estudo da mente.

Nubor Facure é médico neurocirurgião, especialista em neurologia, fundador e Diretor do Instituto do Cérebro (Campinas, SP).

 Referências:

(1)THOMPSON, R.F. O Cérebro: uma introdução à neurociência. 3.ed. São Paulo:Livraria Santos Editora, 2005.

(2)LENT, R. Cem bilhões de neurônios, conceitos fundamentais de neurociência. 2ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2010.

(3)Para Sócrates, está na Psyqué a sede da inteligência e do caráter. Platão ensinava que todo conhecimento é trazido pela Alma do "mundo das ideias", que é preexistente ao nascimento. Ele descreve a existência de 3 Almas: Vegetativa, situada no fígado e responsável pela nutrição, o crescimento e as paixões inferiores como a luxuria e a ganância; Vital, situada no coração, relacionada com a coragem, as paixões e as disputas: e Imortal, que ele localizava no cérebro. Aristóteles considerava que todo conhecimento provém dos sentidos, nada é sabido antes do nascimento, é o pensamento precursor da "tabula rasa" que se encontra em Locke e Pinker.

(4)Podemos resumir os tópicos principais admitidos pela Igreja da época: existe a Alma criada ao nascermos. Responsável pelos nossos sentimentos, memórias e pensamentos; ela nasce ignorante e inocente, tudo aprendendo de acordo com os estímulos que atingem os sentidos. Nossas emoções estão ligadas aos humores que circulam em nosso sangue. A Alma sobrevive à morte do corpo físico com o qual está fortemente ligada.

(5)RATEY, J.J. O cérebro: um guia para o usuário. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.

(6)DAMASIO. A.R. E o cérebro criou o homem. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

(7)GAZZANIGA, M.S.: HEATHERTON, T.F. Ciência psicológica, mente, cérebro e comportamento. 2ªimp.rev.reimp. Porto Alegre: Artmed, 2007.

(8)Rose, S. O cérebro do século XXI: como entender, manipular e desenvolver a mente. São Paulo:Globo.2006.

(9)DALGALARRONDO, P. Evolução do cérebro, sistema nervoso, psicologia e psicopatologia sob a perspectiva evolucionista. Porto Alegre: Artmed. 2011.

(10)BENNET, M.R.; HACKER, M.S. Fundamentos filosóficos da neurociência. Lisboa: Instituto Piaget - Stória Editores LDA., 2005.

(11)BASTOS, L. B. Cientistas e feiticeiros: uma abordagem critica da psiquiatria atual. Rio de Janeiro; Revinter, 2012.

(12) FACURE, Nubor. O "corpo mental" como expressão clínica da mente: Uma hipótese alternativa para o estudo da mente. Revista de Ciências Medicas de Campinas.14(1):97-101,jan/fev.,2005.

(13)HALLIGAN, P. W. New approaches to conversion hysteria. BMJ 2000; 320: 1488-1489 (3june).

(14)MELZACK. R.; ISRAEL, R.; LACROIX, R.; SCHULTZ G. Phantom limbs in people with congenital limb deficiency or amputation in early childhood. Brain 1997; 120 (9) 1603-1620

(15)HALLIGAN. P.W.; ATHVVAL, B.S.; OAKLEY, D.A.; FRANCKOWIAK, R.S.J. Imaging hipnotic paralysis: Implications for conversion hysteria. The Lancet, 2000; 355:986-987.

Revista Cultura Espírita Nº 42 Set/2012

FONTE: http://tdmmagnetismobatuira.blogspot.com.br/2012/11/estudo-da-mente-nao-ha-futuro-sem-o.html