quinta-feira, 5 de abril de 2012

Visão energética e espiritual da gestação


por Dr. Ricardo di Bernardi

A física moderna, com seus conceitos de energia e dimensões de tempo, hoje nos abre horizontes amplos para a revisão de conceitos adormecidos e estratificados nas empoeiradas estantes de nossas científicas verdades.

As teses, de caráter dual, que apontam para a existência de um ser humano animal ou espiritual, parece que deverão se fundir para dar origem a um novo conceito de ser humano: O homem paranormal. As concepções religiosas alicerçadas em dogmas rígidos e não racionais, bem como as concepções científicas nos apresentando o embrião humano como apenas um conjunto de células e moléculas, haverá necessariamente de desaparecer, para que seja possível a compreensão integral, holística do homem.

Segundo o professor J. Banks Rhine e sua esposa Louise Rhine, que por décadas pesquisaram a respeito da mente no laboratório de Parapsicologia da Universidade de Duke, Carolina do Norte, o homem é composto de psique e soma. Poderíamos considerar isto como um retorno histórico à concepção religiosa de alma e corpo? Sim, mas aprimorada pela dialética do conhecimento científico. Alma ou Espírito não se considera como algo de concepção teológica, é a mente, elemento extrafísico como considera também o Prof. Whately Carington da Universidade de Cambridge.

Procurando insistir na tecla de que a ciência já vem admitindo a dualidade espírito (mente) e matéria, lembramos o parecer do catedrático Price, da conceituada Universidade de Oxford, sustentando a tese que a mente humana sobrevive à morte e tem a mesma capacidade da mente do homem vivo, de influir sobre as outras mentes do mundo material.

Observemos que não são religiosos tais conceitos, mas brotaram dos galhos rígidos da árvore da ciência. Apesar de inúmeros investigadores, de todos os continentes e ligados aos mais rigorosos métodos científicos, estarem caminhando para a constatação e demonstração da existência do extrafísico, há uma reação natural contra esta tendência. No entanto, assim como o universo físico vem sendo substituído pelo universo energético, em breve o homem psicológico será ampliado na concepção de homem paranormal de percepção extrassensorial.

As experiências e pesquisas científicas atuais indicam que todo ser vivo possui um corpo energético que sobrevive após a morte.

O Dr. Raymond Modd Jr., entrevistando dezenas de pacientes que comprovadamente pelos prontuários hospitalares estiveram clinicamente mortos, sendo ressuscitados por manobras médicas, constatou que as informações eram semelhantes. Embora os pacientes não tivessem nenhuma semelhança de formação religiosa, profissional ou, mesmo gênero de “quase morte”, todos disseram basicamente o mesmo. Entre inúmeros detalhes, salientamos o fato de eles se sentirem fora do corpo físico, em um corpo espiritual, assistindo às massagens cardíacas.

No livro Vida Depois da Vida[1], o citado autor detalha cada caso, exclui hipóteses diversas como uso de mesmo anestésico etc. Conclui, chamando a atenção para que se considere a possibilidade de realmente existir algo além da matéria tridimensional.

Extremamente interessantes também são as experiências do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina, Dr. Charles Richet, que, mesmo correndo o risco de ser olhado com desdém pela maior parte da comunidade científica, publicou suas experiências que comprovam a existência de corpos espirituais. Naturalmente há os que o consideravam um gênio pelo fato de ter sido laureado pelo Prêmio Nobel, mas um ingênuo ao acreditar no extrafísico.

No livro O Tao da Física[2], Fritjof Capra estabelece um paralelo entre a física quântica e o misticismo oriental. Capra, doutorado em física pela Universidade de Viena, vem efetuando pesquisas a respeito de energia nas Universidades de Paris, Stanford, Califórnia e no Imperial College em Londres. O citado autor vem estudando e correlacionando os conceitos de física moderna com os da tradição do pensamento dos filósofos budistas, hinduístas e taoístas. No livro acima mencionado como também em The Turning Point (o ponto de mutação), Capra completa sua pesquisa, em que observamos a convergência entre os preceitos científicos e o mundo extrafísico, ou dimensão espiritual.

Admitamos que exista o espírito, que este sobreviva à morte. Não é só, há algo mais impressionante. As experiências efetuadas por centenas de médicos e psicólogos, ao regredirem seus pacientes por hipnose ou outros processos similares, levando-os a fases anteriores da sua juventude, infância, vida intrauterina e mais profundamente ainda no tempo, chegam à inevitável constatação da existência de vidas anteriores.

Morris Netherton, psicólogo clínico norte-americano, desenvolveu uma técnica denominada “Terapia Das Vidas Passadas”. Há por parte de muitos psicólogos, inclusive do Brasil, a preferência pelo nome “Terapia de Vivências Passadas”, para desvincular filosoficamente ou mesmo religiosamente do conceito de Reencarnação. Isto por que, para os terapeutas é absolutamente desnecessário ou indiferente crer ou não nas vidas pretéritas para que o tratamento beneficie o paciente.

A “Terapia de Vivências Passadas” é um método que pela regressão de memória permite ao paciente superficializar, para o seu consciente atual, ocorrências traumáticas do passado, recentes ou remotas, o que equivale a dizer, desta ou de outras encarnações. A evidência de vidas sucessivas é facilmente detectável por essa técnica terapêutica.

Não resta dúvida que os informes das vidas passadas podem ser interpretados como fantasias do inconsciente, mas a evidência da Reencarnação fica mais clara em função dos dados minuciosos fornecidos pelo paciente. À medida que ele descreve a situação, não o faz maquinalmente, mas vivenciando intensamente de forma emocional, em prantos, gemidos e até gritos em certos casos. Descreve a época, o lugar, as condições e linguagem envolvendo os fatos ocorridos na vida anterior. Como os detalhes podem às vezes ser importantes no processo terapêutico, há riqueza de dados que podem ser recolhidos nessa técnica e posteriormente comprovados.

Ian Stevenson, catedrático de Neurologia e Psiquiatria na Universidade de Virgínia, U.S.A., escreveu a obra Twenty Cases Sugestive of Reincarnation.[3] Na citada obra, o autor investiga inúmeros casos, mas seleciona os mais elucidativos como evidente constatação de Reencarnação. Observemos o título cauteloso de “casos sugestivos….”

O bebê que hoje recebemos no lar pelas portas da gestação não é um ser sem passado. Já traz um patrimônio vivencial gravado no seu inconsciente, que é o seu espírito. Aliás, a mais evidente demonstração disso é a surpreendente diferença psicológica que os gêmeos univitelíneos às vezes apresentam. Se geneticamente são idênticos, e o ambiente uterino e familiar é o mesmo, só o passado pode explicar de onde vêm suas características tão diversas.

O intercâmbio energético entre mãe e filho é efetuado em nível de suas estruturas perispirituais, por isso é importante que, antes de comentarmos como elas ocorrem, estudemos resumidamente o corpo espiritual.

[1] MODD, Raymond Jr. Vida depois da Vida, 1979, p.172.
[2] CAPRA, Fritjof. O Tao da Física. Cultrix, 1985, p.262.
[3] STEVENSON, Ian. Twenty Cases Sugestive of Reincarnation. P. A. S. Psychical Research, 1966, p.362
FONTE: http://iipp.com.br/

domingo, 11 de março de 2012

Achar menos e ouvir mais


        Muito quer ser dito, pouco se quer ouvir.
        Muito quer ser ensinados, poucos querem aprender.
        Muito quer ser mostrado, pouco quer ser visto.
        Muito quer ser dados, poucos querem receber.
        Muitos falam, muitos apontam e muitos criticam, mas são poucos que conseguem enxergar onde estão seus erros, não adianta pedir ajuda, conhecimento e perdão.
        Muitas vezes escutamos os pedidos de socorro, porém nem sempre podemos socorrer.
        Nem sempre sabemos o momento exato de lhes aconselhar, pois para que saibamos é preciso que o corpo esteja em sintonia e harmonia com a alma, com o pensamento e com o coração.

        Então é nesse momento que nossa presença é ignorada e muitas vezes julgada.
        A culpa é de quem? Será que nós não os amamos? Será que nós não os escutamos? Será que nós não queremos os ajudar?
        Não, não é isso, apenas nos calamos com as nossas tristezas, tristezas essas de ver um filho amado se perder no orgulho, na arrogância, na vaidade, no esquecimento de seus deveres espirituais, deveres esses que não foi imposto por nós, não pedimos nada além de vocês estarem com o corpo e mente livres para executar o que na Terra vocês escolheram, que é servir a uma casa de caridade e permitir que nós façamos á caridade.
        Para nós não adianta tomar banhos, fazer preceitos longos, acender velas, fazer orações se a alma e a mente não estiverem limpas e felizes.
        Sabem como se limpa a alma e a mente?
        Expurgando de vocês os pré-julgamentos, a vaidade, as incertezas do que se é visto. Nem sempre tudo que se vê é o certo.
        Ser humilde não é andar de cabeça baixa e falar baixinho, ser humilde é reconhecer que errou e pedir perdão, é parar de falar de algo que vocês ACHAM que estão certos, quando o próximo tem a CERTEZA.
        Vamos achar menos e ouvir mais, para que no decorrer de suas encarnações vocês tenham mais certezas.
        Somos as armas e junto a vocês formaremos um exército para enfrentar qualquer batalha.
        Caboclo Pena Azul, um Caboclo que ainda tem muito que escutar para aprender.

Caboclo Pena Azul
Médium: Elizabeth Caetano Drumond

CONTAMINAÇÃO NOS ATENDIMENTOS ENERGÉTICOS


O assunto aborda os cuidados com o Reiki, mas todo e qualquer atendimento que envolva campos energéticos de ambientes e pessoas deve ser objeto de muita atenção do terapeuta: limpeza, energização e acionamento de proteções, tanto do local como do próprio terapeuta, juntamente com as equipes espirituais que auxiliam nos atendimentos. Assim, é possível minimizar em muito, eventuais contaminações. Muita fé e Luz!! CONTAMINAÇÃO NOS ATENDIMENTOS ENERGÉTICOS Este tema é fundamental para entenderem as diferentes vibrações que existem no campo emocional das pessoas e, portanto, no eletromagnetismo das mesmas, pois aqui existe o que definimos como “compatibilidade para contaminação”. Todo corpo emite energia, isso é uma consideração da física. A energia liberada é relativa ao gradiente da interação nuclear dos átomos que compõem o corpo e as reações químicas. Portanto, o valor da energia é proporcional à produção interna de cada organismo e do gradiente dos chacras. Dessa forma, podemos definir que a emissão da energia existe em toda forma de vida e em toda matéria, devido aos postulados da física e da biofísica. Quando um reikiano efetua um atendimento, entra em contato com o campo eletromagnético da pessoa que é atendida. Ele mesmo emite energia com suas mãos que irradiam o fluxo do Reiki. Portanto, ocorre um choque entre dois vetores de energia. Aquele que tiver o maior grau de emissão e potência “ganha”. Até este ponto não existe novidade, porém, ao estudarmos o Reiki a partir da física ocorre um problema muitas vezes não é levado em consideração pelos professores das diferentes modalidades de Reiki: a origem do distúrbio energético do paciente. Quando uma pessoa está desarmonizada ocorrem alterações em seu campo biológico que levam ao mau funcionamento dos órgãos. A origem desta disfunção é o ponto a ser avaliado. Quando é proveniente de questões químicas é um vetor de energia que é emitida pelo campo áurico, fácil de ser controlada e harmonizada pela energia do Reiki e de seus símbolos. Mas quando a pessoa possui uma energia intrusa criada pelo seu aspecto emocional psíquico, isso gera um link de comunicação com as suas formas-pensamentos, o que significa um centro gerador constante dentro dos traumas psíquicos que essa pessoa criou no decorrer de anos provavelmente. Portanto, essa fonte de energia é muito maior do que uma simples disfunção bioquímica. Toda forma-pensamento gera uma realidade paralela na psique da pessoa e dependendo do grau de positivismo ou negativismo, permite a conexão com aspectos benévolos ou nefastos. Neste último caso temos um ponto de ligação com a frequência do Umbral, este que por sua vez, possui a energia de sofrimento. Milhares de pessoas estão conectadas ao Umbral, o que gera uma abertura vibracional entre esse universo e a nossa realidade, através do sofrimento e das crenças das pessoas. Conforme for a linha da emissão das formas-pensamentos das pessoas, o gradiente de contaminação com o Umbral é maior, o que significa a irradiação de entidades e parâmetros de sofrimento na fisicalidade dessas pessoas. Ao efetuarmos um atendimento em pessoas com esse perfil, o grau de emissão de energia é muito maior do que se pode avaliar de imediato. Quanto mais forte for a emanação do Reiki, maior será a profundidade que você penetrará no campo vibracional da pessoa, chegando ao Umbral da mesma. É neste ponto que existe o perigo de contaminação, principalmente para as pessoas que desconhecem essa possibilidade. O apoio das equipes do plano espiritual é muito importante, pois eles podem desviar o fluxo energético para o Umbral impedindo que ele penetre no campo magnético do reikiano. Vamos entender um pouco mais da energia Reiki. Ela é a projeção da forma-pensamento do emissor do Reiki, cada escola e seus métodos ensinam a emitir energia de cura e harmonização com símbolos. O que ocorre é que essa energia e os símbolos do Reiki criam uma abertura no campo eletromagnético da pessoa que irá receber essa energia. Portanto, você que é reikiano entra no campo energético da pessoa, o que pela física cria uma condição de troca de energia. Essa troca possui um aspecto desconhecido que é o vetor em que ela se propaga. Pelo conceito da termodinâmica, a energia sempre flui do maior para o de menor gradiente. Portanto, se o cliente está conectado a uma condição de depressão muito profunda, o grau de emissão será equivalente e o conectará com o aspecto delicado chamado de quadro obsessor. Esse quadro coloca a pessoa sobre a irradiação energética de almas sofredoras. Agora analisemos por outro prisma, quantas pessoas no histórico da humanidade sofreram em suas vidas? São milhões de situações de sofrimento e de injustiças que a história conta e relata em dados que podem ser acessados nos registros que possuímos. Portanto, o universo de pessoas em sofrimento é uma realidade e não uma utopia. Como a psique gera energia denominada de forma-pensamento, essa é uma emissão de energia que retorna ao seu ponto de origem. A física mostra que toda energia possui um gradiente de partículas com massa e ondulatório com frequência, portanto o campo eletromagnético do planeta Terra sustenta a variação dessa egrégora de sofrimento, o que podemos constatar diariamente ao vermos os noticiários. Portanto, uma pessoa conectada ao sofrimento está em ressonância com milhões de pessoas ao redor do mundo que possuem o mesmo quadro psíquico. Qual é, portanto, o gradiente dessa energia mundial de sofrimento que é compartilhada com as pessoas que vibram na mesma frequência? Até que ponto o reikiano está realmente protegido dessa magnitude energética? A fé até certo ponto pode ajudar, mas na prática, contra as leis da física da irradiação da energia, só uma energia equivalente para bloquear esse fluxo de energia. Uma das energias para isso é a do Amor. Se essa energia for amplificada pela ajuda dos nossos amparadores da espiritualidade, o gradiente de proteção será muito maior, por esse motivo na CQE o Ancoramento é a base de todos os atendimentos. As outras escolas de Reiki defendem o jargão de que o reikiano não “pega cargas” ou contaminação de seus clientes, mas na prática vemos que isso é um grande engano. Na medida em que a pessoa emana amor em seus atendimentos, a condição de contaminação é menor, mas quando a pessoa está cansada ela fica acessível à energia de contaminação. Isso ocorre devido ao processo de sincronicidade energética. Uma pessoa encarnada passou por centenas de situações durante sua caminhada, momentos bons e ruins, com isso existe um registro de situações psíquicas e emocional armazenada em sua memória celular. Ao atender uma pessoa com alguma situação similar, ocorre a ativação da memória celular. Ocorre o que ensinamos em CQE de ressonância vibracional. Conforme o grau de ressonância o valor da contaminação pode ser muito elevada ou nula, o que significa que todas as pessoas estão sujeitas a se contaminarem, pois as memórias psíquicas do processo emocional da vida até então se manifestam através da sintonização do sofrimento, o que gera o efeito de contaminação. Para minimizar esse processo se indica os banhos de ervas para descarrego. No entanto, antes disso é necessário entender que todos estão sujeitos a esse processo, pois ao estarmos encarnados na realidade terrestre, estamos aqui para aprender e corrigir nossos erros do passado. O poder do símbolo é relativo no que diz respeito à contaminação, pois os alunos não são ensinados sobre esse tópico, ele é desconsiderado de forma a só mencionarem os aspectos positivos do Reiki, para vender uma ilusão. Porém, a vida real é muito clara e esses alunos com o tempo irão descobrir que muito do que lhes foi ensinado não condiz com a realidade. Para poder reverter esse quadro, é necessário entender o apoio das equipes da espiritualidade e respeitar a energia opositora. Não é sábio se colocar como o Todo Poderoso, essa postura arrogante normalmente é o ponto inicial para a contaminação. Enfatizo esse tópico, pois muitos mestres de Reiki se consideram acima dos outros e que nada os pode tocar. Se analisarmos o Reiki em relação ao mundo do esoterismo e da própria espiritualidade, posso afirmar que é apenas um dos primeiros degraus da caminhada. No entanto, algumas pessoas detentoras do diploma de Mestre em Reiki acreditam que estão acima das equipes da espiritualidade. Essa postura é responsável pelo desvio do entendimento das energias da espiritualidade. O Reiki é fantástico, porém existem muitas coisas além dela que aos poucos aparecerá na vida de cada um de vocês. Outro aspecto muito importante sobre a contaminação é referente aos trabalhos de magia, que envolvem um efeito muito mais delicado e poderoso, que pode agredir severamente a vida do reikiano que confronta essa vibração. A maior parte, até por ignorância, acredita que o Reiki pode confrontar a magia negra e as irradiações das entidades que estão contratadas para essa finalidade. Aqui os ensinamentos do módulo Orixá Reiki Magnificado permitem entender como esse fluxo de energia se propaga. Os alunos do Reiki OMROM devem ter como base que existe uma proteção emitida pelas equipes da Ordem Santa Esmeralda, e o estudo e a leitura ajudará a entender melhor o fluxo deste tema. Na medida em que vocês peçam ajuda às entidades descritas, a proteção se manifestará e as equipes relacionadas a cada um desses comandantes, serão direcionadas para vocês que solicitaram essa ajuda e apoio.

Autor: RODRIGO ROMO

FONTE: http://www.shtareer.com.br/materias/me.php?cb=1&ac=1270

Eteriatria Quântica


É uma técnica que ajuda a conhecer e compreender as diferentes realidades do universo, promovendo limpeza, harmonização, equilíbrio e cura dos corpos, transmutando bloqueios, promovendo alinhamento, harmonização e cura do corpo etérico e duplo etérico, abertura de portais, entre outros.


A Apometria Quântica é uma técnica extremamente abrangente, onde realizamos o desacoplamento dos corpos sutis, para que sejam tratados separada e especificamente, nas dimensões onde habitam. Lembrando que somos seres multidimensionais e sofremos as ações de nosso comportamento emocionalizado, em todas as dimensões onde existimos. Devemos lembrar também que, temos um passado, um presente, um futuro e no decorrer das encarnações, além de aprendermos e resgatarmos, também contraímos dívidas, fazemos votos, contratos, recebemos trabalhos de magia, pragas enfim, situações que carregamos de uma vida para a outra e que, interferem em nosso presente.


A Apometria é uma benção com a qual podemos trabalhar todas essas questões, junto a Hierarquias que são extremamente interessadas em resgatar os filhos e filhas de Deus, o Planeta Terra como um todo, através do Amor, promovendo a cura de questões ligadas as nossas atitudes presentes, passadas e futuras.

 
- Limpeza, desobstrução, ativação e expansão dos chakras e seus cordões;

- Desobsessão profunda (remoção de entidades negativas (obsessores);

- Retirada de implantes, chips, elementais mal qualificados, formas-pensamento e outros dispositivos não compatíveis com Energias Crísticas de Amor e Luz;

- Religação com o Eu Superior, limpeza do cordão prateado (Antakarana);

- Alinhamento com o Propósito Divino;

- Limpeza e desprogramação da memória negativa celular;

- Reconexão com a "Malha Crística da Terra";

- Alinhamento e harmonização dos corpos multidimensionais;

- Reconexão com o fluxo divino em saúde, prosperidade, abundância, equlíbrio em todos os níveis;

- Suporte e auxílio no tratamento de doenças no nível físico;

- Dissolução de medos, fobias e toda forma de limitação;

- Libertação em vidas passadas e atual de laços kármicos, magia negra, pragas, votos, contratos;
- Tratamento da Tela Búdica;

- Limpeza energética de ambientes (residências, comércios) onde é restaurado o fluxo energético e harmônico e efetuada a remoção de entidades e energias negativas.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Consciência de Cura: O Ser Protagonista


Resumo:   
Destaca o potencial do ser humano inteligente (inter = entre ; ilegere = eleger), que pode escolher a cura através da percepção (consciência) de que é causa e não efeito das doenças e que pode transformar o desafio da doença em ferramenta para seu refinamento.

Palavras-chave: cura, consciência, vida, doença.
“A natureza não faz nada de arbitrário.
Tanto a doença quanto a saúde têm suas causas,
e de todos os seres vivos
não há um cujo estado não seja o que deve ser”.
(Georges Canguilhem, séc.XX)

         O ser humano possui, em sua essência, um poder transformador. Criado à imagem e semelhança de Deus (Gênesis), herdou, do Criador, o talento para criar, renovar. A multiplicidade de habilidades, artes e talentos herdados do Criador, está refletida nas diversas formas de expressões artísticas que deleitam a todos nós, como também nas descobertas científicas que têm proporcionado a toda a humanidade enormes benefícios.
 O desejo de curar-se e de curar ao seu semelhante, é um dos atributos mais sublimes herdados pelo ser humano do seu Criador. A medicina busca levar alívio à diversas manifestações de desequilíbrio refletidas no homem, seja a nível físico, mental ou emocional. Porém, muitas vezes a expectativa de cura que o doente desenvolve em relação ao médico é frustrada e, é comum muitos médicos atribuírem a esse fracasso algo imponderável, ou seja, que está fora de sua capacidade de explicação. Por que será (perguntam), que uma medicação que produz efeitos satisfatórios em algumas pessoas, em outras, o resultado é frustrante?
 A “parte” do corpo que deveria ser curada com a medicação não responde satisfatoriamente ao tratamento ou ainda, apresenta uma “melhora” temporária e, reincide com os mesmos sintomas. A terapia tradicional (alopata), segue uma linha cartesiana onde a doença é tratada observando-se unicamente a parte (órgãos) que apresenta “defeito”, como se o corpo, o ser humano, fosse uma máquina cujas peças funcionam independentemente umas das outras.
 Há cada dia mais especialistas para as partes do corpo e, na medida em que o médico se dedica àquela parte que é sua “especialidade”, o ser humano é esquecido no seu todo. O bom e velho “médico da família”, excelente clínico, desapareceu quase totalmente. Digo quase, porque existe, felizmente, um grupo de médicos, homeopatas, que estão conseguindo resgatar a medicina holística, ou seja, que busca, através da anamnese, descobrir as causas que levaram o ser humano ao desequilíbrio de sua saúde, a falência de sua energia vital. “Em suma, pode-se dizer que, para o doente, a cura é o que a medicina lhe deve, ao passo que, para a maioria dos médicos, ainda hoje, a medicina deve ao doente o tratamento mais bem estudado, experimentado e testado até o momento”. (Canguilhem, 1978). Ou seja, não importa para essa maioria (médicos), a individualidade do ser humano, por que e como ele ficou doente.
 Filósofo e médico, Georges Canguilhem pergunta: “É possível uma pedagogia da cura?
 Nesse artigo, publicado em 1978, Canguilhem afirma: “Enquanto, segundo a ótica médica tradicional a cura era considerada como efeito de tratamento causal, cujo interesse era sancionar a validade do diagnóstico e da prescrição, portanto, o valor do médico, na ótica da psicanálise a cura se tornava o signo de uma capacidade encontrada, pelo paciente de acabar, êle próprio, com suas dificuldades”. Ou seja, o médico instruirá o paciente para que êle desperte em si a consciência de sua capacidade de curar-se. Canguilhem percebeu a doença como uma falência de conduta (“fracasso da conduta, se não uma conduta de fracasso”). O ser protagonista é convocado a “tomar as rédeas” da situação, isto é, buscar dentro de si as causas da doença e a terapia adequada para sua cura. A habilidade do médico/terapeuta levará o paciente a tomar consciência de que o “obstáculo” (doença) possui uma função que visa proporcionar-lhe refinamento através da “desconstrução” (vir a ser) que elimina um “estado de doença” para que uma “nova forma” possa surgir. Essa “nova forma” é o ser Protagonista, o ser resiliente, que se mantém firme, flexível e integrado e consegue recuperar-se prontamente de traumas, doenças e adversidades.
 Protagonista é aquele que decidiu interpretar a adversidade/doença como uma circunstância e um aprendizado da vida e escolheu a inteligência e a esperança em vez da autopiedade e do desespero.

... “O que aparece é um ser modificado em sua individualidade, que mesmo quando está apto a chegar aos mesmos desempenhos de que era capaz antes da doença, agora o faz percorrendo caminhos diferentes dos anteriores. A doença aparece assim, em um primeiro momento, como um imperativo de criação. Ou seja, “ao doente é exigido o estabelecimento de novas normas que permitam a continuidade da vida” (Canguilhem).
 O doente, o Ser Protagonista, torna-se inteligente (inter = entre ; ilegere = eleger, escolher), significa saber escolher entre várias opções. É a escolha pelo superação do desafio (doença). O ser é causa e não efeito, capaz de mudar, de transformar. Sabe que a cura está nêle e depende dêle. Ou ainda, quando não consegue transformar de imediato a situação, consegue utilizar a experiência como aprendizado e aperfeiçoamento pessoal. Essa é a forma de ver o mundo do Ser Protagonista; criar a partir da doença ou qualquer outro tipo de adversidade, condições que abrirão portas para oportunidades de desenvolvimento de qualidades e atribuitos que servirão, potencialmente, de alicerce e combustível de seus projetos.
Saúde é a maturidade emocional do indivíduo como pessoa” (Winnicott). Quando falamos de emoções, sabemos que controlar sentimentos e sua intensidade é uma tarefa difícil. Contudo, podemos decidir como canalizá-la, para que ela flua através de nós e não provoque estagnações que poderão prejudicar-nos (quando você “engole em seco” uma emoção ou raiva por exemplo) isso pode transformar-se em uma gastrite. Em vez de guardar esse ressentimento, você pode respirar e dar-se um tempo para refletir e descobrir como poderá gerenciar melhor essa raiva. Essa é a postura do ser protagonista que dá inteligência a suas sensações e a seus sentimentos, reconhecendo e expressando honestamente para si mesmo seus impulsos emocionais mesmo que a princípio eles não pareçam adequados nem convenientes.
 Canguilhem afirma que a medicina é uma técnica e não uma ciência, cujo objetivo é dar ao ser a responsabilidade de reconquista do seu equilíbrio, imitando desse modo, a natureza.
 Seria então função do médico orientar e despertar a consciência da cura. Essa consciência é que permite a reconquista do equilíbrio: “a cura é o reaparecimento de uma nova norma individual” (Canguilhem).
 A idéia de que a consciência afeta a realidade foi apresentada pela primeira vez pelo físico nuclear Werner Heisenberg, autor do princípio da incerteza. Êle e muitos cientistas que o sucederam acreditavam que o próprio processo de observar a realidade de fato transforma a realidade.
 Heisenberg argumentou por meio de complicadas equações matemáticas que a nossa observação, na verdade, nos capacita a criar novas realidades. Assim, como êle e seus colegas acreditavam, as partículas subatômicas só existem quando as observamos. É a nossa observação (consciência) que dá existência a essas partículas. Muitos têm dificuldade de aceitar essa hipótese, porém, a maioria dos físicos aceitam a argumentação de Heisenberg: “acho que há muito superamos o ponto da física de alta energia em que examinamos a estrutura de um universo passivo”(Robert G. Jahn, físico) ; “acho que estamos no domínio em que a interação da consciência no ambiente está acontecendo em escala tão fundamental que estamos, de fato, gerando realidade, em qualquer definição razoável do termo” (Janh, físico).
A consciência da autocapacitação já está sendo aplicada por médicos que acreditam no Ser Protagonista como o único capaz de realizar a cura em sua vida.
 Dr. Raphael Kelhman, clínico geral, formado pela Faculdade de Medicina Albert Einstein, N.Y. e pós-graduado no Beth Israel Hospital e no St. Johns Hospital, afirma: “Quando achamos que perdemos o controle, freqüentemente adoecemos; e quando nos sentimos capacitados a escolher por conta própria, é maior a probabilidade de melhorar”. Ou seja, quando nos tornamos participativos e nos tornamos comandantes do nosso próprio navio, é provável que nos curemos.
 Segundo inúmeros estudos médicos, um dos fatores fundamentais da saúde é a nossa sensação de controle ou autocapacitação. Simplesmente estressar-se ou adoecer, não basta para nos matar. O que realmente é letal, é a idéia de que não temos capacidade de enfrentar o desafio, de que só podemos deitar e “permitir” que qualquer acontecimento infeliz assuma o controle de nossa vida.
 Escolher, até a cor de um simples lençol, melhorava, segundo o Dr. Kelhman, a saúde das pessoas no hospital. Foram realizados estudos em empresas para avaliar o nível de saúde das pessoas e sua capacidade de superar as doenças: quase 3000 pessoas entre 55 e 85 anos de idade foram avaliadas e descobriu-se que aquelas que se sentiam no controle da própria vida tinham quase 60% menos riscos de qualquer tipo de morte, comparados aos que se sentiam relativamente inúteis.
Segundo o Dr. Kelhman, há ainda um outro elemento essencial que o Ser Protagonista deve desenvolver para realizar a cura: a compaixão.

“Um dia, depois de dominar os ventos, as ondas e a gravidade, vamos canalizar para Deus as energias do amor, e, então, pela segunda vez na história do mundo,
os seres humanos terão descoberto o fogo”.(Teilhard de Chardin)

         Estar ligado a outros seres humanos, sentir carinho pelo próximo e receber seu carinho em troca, isso é compaixão. Receber e compartilhar, deixar fluir, não reter, não acumular, não estagnar. É a dança do Universo. É a vida.
          Estudo feito em 1995, publicado no Study for the advancement Medicine, revelou que, quando pacientes sentem compaixão, seus níveis de SIGA (Imunoglobulina A Salivar), primeira linha de defesa do corpo contra vírus e outros agentes patogênicos, aumentam de maneira significativa: “quem se oferece para ajudar o próximo também melhora muito a própria saúde e sobrevivência”. (Dean Ornish, médico).
          Outro estudo realizado pela psicóloga Stephanie Brown, da Univ.de Michigan em 2002, com idosos, revelou que quando os mais idosos oferecem apoio social a amigos, parentes, vizinhos, reduzem em 60% o risco de morte prematura. Ou seja, “essas descobertas indicam que não é o que recebemos dos relacionamentos que tornam tão benéficos os contatos com os outros”, (Brown). “É o que damos”.

Vede que dispus perante vós a vida e a morte, por consequinte, escolhei a vida”. (Torá)
 Canguilhem pergunta: ... “Mas e a vida? A vida não é justamente evolução, variação de formas, invenção de comportamentos? (Canguilhem, 1978)
         É tudo isso. Mas é principalmente, ser capaz de curar além de nós mesmos, o mundo inteiro, é compreendermos que “tudo afeta tudo”, que o bater de asas de uma borboleta em Oklahoma, afeta o terremoto em Tóquio”. Essa é a consciência da Unidade, a consciência ecológica. “Eu estava adormecido, mas meu coração foi despertado ... É a voz do meu amado que bate dizendo: abra para Mim uma abertura menor que o buraco de uma agulha, que eu abrirei para ti os Portões Supremos. Abra para Mim. Se tu não abrires, ficarei fechado”(Zohar).
 
Consciência de Cura: O Ser Protagonista
Universidade Santa Úrsula
Instituto de Psicologia e Psicanálise
Disciplina: Autismo e Psicose infantil
Profº Gustavo Saboia de Andrade Reis
Trabalho apresentado pela aluna: Tereza Cristina de Souza Câmara
Rio de Janeiro Novembro 2005
 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
 CANGUILHEM, Georges. (1992) O normal e o patológico. Rio de Janeiro : Forense Universitária.
______________________(1978) É possível uma pedagogia da cura? Texto recebido por e-mail
CARMELLO, Eduardo (2004). Supere! - a arte de lidar com as adversidades. São Paulo : Gente.
KELLMAN, Raphael (2004). O poder de cura da Cabala : descubra todo seu potencial de cura e energia, Rio de Janeiro : Elsevier.
SERPA JR., Octavio Dumont de. Indivíduo, organismo e doença : a atualidade de : O normal e o Patológico” de Georges Canguilhem. Texto recebido por e-mail


A Cura pela Consciência

A Cura pela Consciência

A Organização Mundial da Saúde define saúde como um estado de bem-estar emocional, mental, físico e social, não apenas como ausência de doença.

Cada vez mais surgem estudos a respeito dos processos de manter ou recuperar a saúde e o tema se estende por discussões em diversos segmentos da sociedade. Muitas vezes tratado como se houvesse varinha mágica, fazendo com que muitas pessoas desacreditem do novo paradigma, que apesar de algumas interferências fantasiosas, vem se solidificando.

Alguns aspectos podemos definir como desejáveis ou auxiliares para manter ou reaver um estado de harmonia do ser como um todo, sendo alguns deles:
- Intenção clara, crença (ou fé) depositada no remédio, médico, terapeuta, método, enfim, a crença de que se obterá o resultado desejado mesmo que as probabilidades indiquem o contrário.
- Visualizações - exercem grande influência sobre o corpo. É comprovado que o corpo reage como se realmente aquilo estivesse acontecendo. Muitas pessoas conseguem o efeito desejado. Muitas, não. Por quê?
- Consenso entre todas as “tribos”: um ambiente amoroso promove o bem-estar para manter a saúde e favorece a cura.
- O perdão (no sentido de libertação, transcendência) é um dos mais poderosos remédios, também todos concordam. Fundamentais também, são a compreensão, tolerância para consigo mesmo; o desamor a si mesmo leva à auto-destruição.
- Mudança de postura mental – a maneira como escolhemos reagir frente aos fatos nos causa problemas, não somente o fato em si. Sendo assim, a mudança que damos ao significado dos fatos podem promover a superação da crise.
- Avaliação constante do nosso sistema de crenças – vamos passando pela vida e reproduzindo padrões sócio-culturais e familiares sem questionamento algum. Ao identificarmos esses padrões que não nos servem mais e promovermos o rearranjo dos conceitos e condicionamentos antigos podemos dar um rumo mais saudável e harmonioso à vida.
- Auxílio de terapias holísticas – é muito difícil conseguirmos olhar para nós mesmos e percebermos o que está causando as desarmonias e onde estamos falhando conosco. Um terapeuta capacitado, com a terapia adequada a cada situação e pessoa, pode auxiliar nesse processo proporcionando as chaves para que sejam abertos os registros inconscientes que estão causando o desconforto ou doença, auxiliando na reelaboração disso tudo.
Enfim, uma crença, um pensamento, uma emoção e, principalmente, uma atitude inovadora, desencadeiam um processo de cura, tendo por intermediário a consciência. Esse salto quântico de criatividade para além do raciocínio lógico, isto é, para a compreensão de que existem infinitas possibilidades e nossa consciência tem influência sobre elas, é que torna possível a manifestação do resultado desejável.
 Denise Schinetzky
FONTE: http://www.portalquantico.com.br/submenu/15/enfoque-quantico